{"id":176,"date":"2026-06-22T16:21:59","date_gmt":"2026-06-22T16:21:59","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.omeuimo.pt\/imodiretiva\/?p=176"},"modified":"2026-06-22T16:22:00","modified_gmt":"2026-06-22T16:22:00","slug":"taxa-mista-voltou-a-ser-a-preferida-no-credito-a-habitacao-mas-portugueses-voltam-a-apostar-na-variavel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.omeuimo.pt\/imodiretiva\/2026\/06\/22\/taxa-mista-voltou-a-ser-a-preferida-no-credito-a-habitacao-mas-portugueses-voltam-a-apostar-na-variavel\/","title":{"rendered":"Taxa mista voltou a ser a preferida no cr\u00e9dito \u00e0 habita\u00e7\u00e3o, mas portugueses voltam a &#8216;apostar&#8217; na vari\u00e1vel"},"content":{"rendered":"\n<p>Subida das taxas parecia ter mudado os h\u00e1bitos dos portugueses no cr\u00e9dito \u00e0 habita\u00e7\u00e3o. Mas com a descida dos juros no ano passado mais fam\u00edlias voltaram ao passado e preferiram taxas vari\u00e1veis.<br>Nos \u00faltimos anos, os portugueses passaram a preferir a taxa de juro mista nos empr\u00e9stimos da casa como forma de se protegerem da subida das taxas de juro. Parecia ser uma mudan\u00e7a estrutural no mercado do cr\u00e9dito \u00e0 habita\u00e7\u00e3o, mas mais fam\u00edlias regressaram aos velhos h\u00e1bitos no ano passado e voltaram a &#8216;apostar&#8217; na taxa vari\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>A taxa mista, que t\u00eam um per\u00edodo inicial de taxa fixa seguido de um per\u00edodo de taxa vari\u00e1vel, voltou a ser a preferida dos portugueses: representaram 75% dos novos empr\u00e9stimos celebrados no ano passado, tanto em n\u00famero de contratos como de montante de cr\u00e9dito concedido.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda assim, e de acordo com os dados do Relat\u00f3rio de Acompanhamento dos Mercados de Cr\u00e9dito divulgado esta segunda-feira pelo Banco de Portugal, o seu peso reduziu-se face ao 2024, ano em que mais de 8 em cada dez empr\u00e9stimos tinham taxa mista.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta redu\u00e7\u00e3o deu-se a expensas da taxa vari\u00e1vel \u2013 a que os portugueses historicamente d\u00e3o prefer\u00eancia. A taxa vari\u00e1vel esteve presente em quase 19% dos empr\u00e9stimos, aumentando significativamente o seu peso face ao ano anterior (cerca de 12%).<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 a taxa fixa \u2013 em que n\u00e3o ocorrem altera\u00e7\u00f5es da presta\u00e7\u00e3o e a taxa de juro tende a ser mais elevada refletindo a prote\u00e7\u00e3o que o cliente adquire \u2013 manteve-se praticamente est\u00e1vel, representando cerca de 6% dos cr\u00e9ditos.<\/p>\n\n\n\n<p>No final de 2025, as carteiras dos bancos tinham estas taxas: pouco mais de 50% do cr\u00e9dito tinha taxa vari\u00e1vel e a taxa mista tinha um peso de 44,2%.<\/p>\n\n\n\n<p>Euribor a 6 meses \u00e9 o indexante mais usado<br>A Euribor a 6 meses voltou a ser o indexante mais usado nos contratos com taxa vari\u00e1vel, representando 58,9% dos novos contratos e 57,5% do montante de cr\u00e9dito concedido em 2025. Superou mesmo os valores observados em 2024.<\/p>\n\n\n\n<p>A Euribor a 12 meses tamb\u00e9m aumentou na contrata\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito \u00e0 habita\u00e7\u00e3o, representando 32,7% dos novos contratos e 32,5% do montante concedido no ano passado.<\/p>\n\n\n\n<p>Por sua vez, a Euribor a 3 meses perdeu for\u00e7a, com um peso ligeiramente acima de 3% no n\u00famero de contratos e montante concedido.<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: Eco<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Subida das taxas parecia ter mudado os h\u00e1bitos dos portugueses no cr\u00e9dito \u00e0 habita\u00e7\u00e3o. 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