Crédito habitação: m2 valoriza 19,1% para banca e atinge novo recorde

Banca valorizou casas nos processos de crédito habitação ao longo de 2025, num contexto de rápida subida de preços.

Nos processos de crédito habitação em Portugal, tem-se sentido que a banca tem valorizado o valor mediano do metro quadrado (m2) dos imóveis residenciais mês a após mês, muito à boleia da rápida subida do preço das casas, tendo crescido 17,3% em 2025. Em dezembro, o aumento anual foi ainda mais expressivo (+19,1%), com o valor mediano da avaliação bancária na habitação a registar um novo recorde de 2.081 euros por metro quadrado (euros/m2).

Um dos processos essenciais na hora de pedir um crédito habitação é a avaliação bancária da casa, uma vez que os bancos comparam este indicador com o preço da casa para definir o montante a conceder no empréstimo (que é o menor dos dois). O que os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) sugerem é que este indicador não para de aumentar num contexto de rápida subida dos preços das casas.

Em dezembro, o valor mediano de avaliação bancária na habitação – realizada no âmbito de pedidos de crédito para a aquisição de habitação – foi de 2.081 euros/m2, traduzindo-se num aumento homólogo de 19,1% (a subida acelerou face ao mês anterior, quando foi de 18,4%). A nível regional, a variação anual “mais acentuada” foi registada na Península de Setúbal (27,3%), não se tendo observado qualquer redução, diz o instituto.

Face ao mês anterior, o m2 das casas para a banca valorizou 1,1% (o equivalente a 21 euros). “A Grande Lisboa apresentou o aumento mais expressivo face ao mês anterior (1,7%), tendo-se observado apenas uma descida na Região Autónoma dos Açores (-0,1%)”, lê-se no boletim divulgado esta terça-feira, dia 27 de janeiro.

Para apurar o valor mediano de avaliação bancária na habitação em dezembro de 2025, foram consideradas 34.496 avaliações (21.488 apartamentos e 13.008 moradias), menos 7,2% que no período homólogo e menos 4,9% face ao mês anterior. Os dados sugerem que há menos casas a serem avaliadas pela banca nos processos de crédito habitação, mas tendem a ser mais caras.

Fonte: Idealista

Gaia terá uma nova cidade com investimento saudita

Em causa está a assinatura de protocolo com Arábia Saudita, que visa atrair investimento para uma “nova cidade” com cerca de 300 hectares e para parque de entretenimento urbano com oito hectares.

Foi assinado um memorando pelo presidente da autarquia, Luís Filipe Menezes, e pelo representante da Câmara da Província Oriental da Arábia Saudita, Fahad Alabdulsalam, que estabelece uma parceria estratégica de três anos centrada no planeamento urbano, mobilidade, transformação digital, segurança municipal e gestão de crises, entre outros, de acordo com o Idealista News.

Em declarações à Lusa, Luís Filipe Menezes explicou que o projeto mais ambicioso passa pela criação de uma ‘centralidade’ no interior do concelho: “queremos ter uma grande mancha urbana com três vertentes: habitação, serviços – onde aspiramos a ter um ‘technopark’ [parque tecnológico] – e construção. Será a grande solução para levar as pessoas a viver no interior e aí o investimento estrangeiro será essencial”, afirmou. Menezes destacou ainda o “surpreendente interesse” manifestado por investidores sauditas no setor da habitação.

Para viabilizar este objetivo e aumentar o interesse dos investidores da Arábia Saudita, o município está disponível para ceder terrenos públicos, num modelo de Parceria Público-Privada (PPP), que visa uma maior rapidez na concretização do projeto face aos prazos de financiamento estritamente públicos.

A parceria contempla ainda a criação de um parque de entretenimento urbano com oito hectares, inspirado nos Jardins Tivoli, em Copenhaga. Segundo Menezes, o projeto prevê um espaço dedicado à cultura ao ar livre, restauração e lazer associado a novas tecnologias e inteligência artificial.

“Temos terreno bem localizado, aliás temos duas hipóteses. A nossa preferência é que seja um espaço muito urbano, acessível a pé ou por metro”, adiantou o autarca.

De acordo com o memorando assinado, a cooperação entre Gaia e a Província Oriental da Arábia Saudita inclui ainda a troca de boas práticas nas áreas da transformação digital, gestão de resíduos e preservação do património. O documento não prevê obrigações financeiras imediatas, funcionando como um quadro de cooperação de boa-fé destinado a facilitar o licenciamento e a concretização de investimentos considerados estratégicos para o concelho.

Fonte: RePortugal

 

Casas novas a preços acessíveis para começar bem o ano novo

Pronto para começar uma nova fase? Descobre como é fácil ter uma casa nova, bonita e ao teu alcance.

Janeiro é o momento certo para traçar novos objetivos. E dar espaço a mudanças que fazem a diferença. Como encontrar uma casa nova para começar uma nova fase. Um pouco por todo o país, ainda é possível descobrir casas de nova construção com preços acessíveis. Para quem procura qualidade de vida sem comprometer o orçamento.

Estes imóveis destacam-se por plantas bem distribuídas. Boa luz natural e materiais atuais, prontos a habitar e sem a confusão das obras. São projetos recentes que provam que ainda existem empreendimentos em conta. Onde conforto e funcionalidade caminham lado a lado.

Se 2026 pede escolhas mais inteligentes e um lar à medida dos teus planos, este pode ser o passo certo.

Fonte: Idealista

FAQs

O que faz exatamente uma Agência Imobiliária que trabalha maioritariamente para o Comprador?

Uma Agência especializada no Comprador representa exclusivamente os interesses de quem pretende adquirir um imóvel. Em vez de promover imóveis de quem quer vender, analisa o mercado, identifica oportunidades, negocia o preço e protege o comprador em todas as fases do processo.

A ImoDiretiva trabalha com imóveis próprios?

Na maior parte das vezes, não. Trabalhamos com os imóveis existentes no mercado, garantindo total independência e evitando conflitos de interesse. O nosso foco é encontrar o imóvel certo para si.

Podem encontrar imóveis que não estão anunciados publicamente?

Sim. Através da nossa rede de contactos e pesquisa ativa, identificamos oportunidades off-market que muitas vezes não chegam aos portais imobiliários.

E também vendem imóveis?

Se nos pedirem, sim. E fazemo-lo totalmente através de contactos nossos ou através dos mais prestigiados portais imobiliários.

Quanto custa contratar os vossos serviços?

Pelo lado do Comprador, regra geral, não cobramos qualquer valor ao Comprador. Caso seja pelo lado do Vendedor, aí teremos a normal comissão imobiliária. Antes de iniciar qualquer trabalho, apresentamos uma proposta clara, transparente e sem surpresas.

Ajudam clientes estrangeiros a comprar casa em Portugal?

Sim. Acompanhamos clientes internacionais em todas as etapas: pesquisa, visitas, negociação, documentação, fiscalidade e integração no país.

Quanto tempo demora, em média, o processo de compra?

Depende do tipo de imóvel e da complexidade do processo, mas a média varia entre 1 e 3 meses desde a aceitação da proposta até à escritura.

Podem ajudar no financiamento bancário, na análise técnica e análise legal do imóvel?

Sim. Trabalhamos com entidades especializadas (Bancos, Intermediários de Crédito, Advogados, Solicitadores, etc.).

Como garantem que o imóvel é uma boa compra?

Realizamos análise de mercado, avaliação comparativa, verificação documental e estudo de riscos. O objetivo é assegurar que o cliente compra com confiança e ao preço justo.

Continuam a apoiar o cliente depois da compra?

Sim. Ajudamos com serviços pós‑compra como instalação de contadores de energia elétrica, água municipal, e gás canalizado. Também fazemos ligação a fornecedores e acompanhamento de necessidades futuras.

E se eu não encontrar o imóvel ideal?

Não forçamos decisões. Continuamos a procurar até encontrar uma opção que cumpra os seus critérios ou ajustamos a estratégia em conjunto.