Resoluções para 2020

Ano novo, vida nova, mas os mesmos problemas de sempre?

Todos os anos, enquanto comemos as 12 passas e brindamos com o copo de espumante à meia-noite, decidimos que a nossa vida vai mudar em algo. O que muitas vezes já está esquecido no dia seguinte.

Sabe quais são as 10 resoluções mais comuns?

1. Perder peso/ir ao ginásio

2. Deixar de fumar

3. Mudar de trabalho

4. Poupar mais

5. Ler mais

6. Aprender algo novo

7. Passar tempo de qualidade com a família

8. Viajar mais

9. Fazer voluntariado

10. Estar mais atento à saúde

Quantas destas já fez e quantas deixou de parte passado pouco tempo? A verdade é que a chegada de um novo ano traz sempre consigo uma grande expetativa e também pressa em mudar, mas muitas vezes criam-se metas irreais que acabam por ser facilmente colocadas de parte, porque se ignora o tempo e os recursos necessários para a sua execução.

Por isso, este ano, aconselhamos que trace metas alcansáveis. Pense na sua situação, no seu tempo, e entenda que as pequenas mudanças são as mais simples de manter e que pedir ajuda é sempre importante.

Por exemplo, se a sua resolução for perder peso, consulte um nutricionista e saiba que tem de ser paciência, os resultados não surgem de um dia para o outro. Já se for deixar de fumar, consulte um médico, farmacêutico ou especialista. Não há vergonha em ter alguém a guiá-lo nesse processo.

Seguindo este pensamento, a H também quer fazer algumas pequenas resoluções:

  1. Sorrir todos os dias – Seja logo pela manhã, ou só depois do café, comprometemo-nos a sorrir.
  2. Pedir sempre feedback – O que os nossos clientes dizem de nós depois de terem uma experiência de compra ou venda connosco é muito importante. Seja para percebermos o que estamos a fazer bem (para continuarmos a fazê-lo) ou o que devemos melhorar. Para isso, precisamos da sua ajuda!

Sabe como poupar na compra da sua casa?

Se está a pensar comprar casa, existem algumas formas de poupar, tomando decisões responsáveis e conforme o seu orçamento familiar.

Em primeiro lugar, é importante pensar a longo prazo, ou seja, ter em conta possíveis alterações no emprego, no vencimento, despesas e necessidades da família, saúde, etc. Pensar desta forma irá ajudar a tomar a decisão de investir numa casa útil para todos, que evite despesas acrescidas no futuro.

Na hora de comprar a casa, e se for necessário financiamento, é importante pedir várias simulações, compará-las e negociá-las e conhecer o valor dos spreads dos diversos bancos. Atenção, as prestações de crédito não devem representar mensalmente mais do que 35% do seu rendimento.

Se a vida não correr pelo melhor e surgirem imprevistos, saiba aqui como evitar perder a casa em caso de incumprimento do crédito à habitação.

Além dos juros, pode também negociar os produtos normalmente associados, como os seguros de vida e multirriscos habitação, cada vez mais frequentes.

Em relação ao seguro de vida, convém pedir uma simulação da prestação com o seguro proposto pelo banco e outra sem incluir o valor do seguro. Isto porque tem a alternativa de contratar um seguro temporário anual e renovável, válido por um ano e que se renova automaticamente por iguais períodos, até que uma das partes o termine. É tudo uma questão de fazer contas.

Por fim, lembre-se das despesas inerentes da compra de uma casa, como os prémios dos seguros, possíveis despesas com o condomínio, IMI, etc. Quanto mais preparado estiver, e mais conseguir poupar de antemão, melhor será para o seu orçamento familiar e para o seu bem-estar.

Quer produzir e partilhar energia solar com os seus vizinhos?

As novidades chegam já no virar do ano – a partir de 1 de janeiro de 2020, quem produzir energia solar já vai poder partilhá-la com os vizinhos.

Até agora, só era possível o autoconsumo individual, mas a nova lei vem agora permitir aos consumidores organizarem-se em comunidade para produzir eletricidade a partir de fontes renováveis com o objetivo de consumo, partilha, armazenamento e venda de excedentes.

O diploma, já publicado em Diário da República, pretende que Portugal concretize as metas definidas no âmbito do Plano Nacional de Energia-Clima (PNEC) para 2021-2030, ou seja, alcançar uma quota de 47% de energia vinda de fontes renováveis no consumo final bruto em 2030, assim como reduzir o preço do consumo de eletricidade para quem adira ao autoconsumo.

O documento acrescenta ainda que a ideia é garantir uma “maior eficiência do ponto de vista energético e ambiental, e assegura-se que as oportunidades de transição energética (ex. custos do sistema elétrico nacional) são partilhadas de forma justa e imparcial, tanto por empresas como por cidadãos interessados em participar, sem subsídios públicos.

Tapetes: Sim ou Não?

Sim, claro que sim! Já lá vai o tempo em que a decoração da casa tinha limites. Agora, o que está na moda é misturar formas, cores e padrões, e os tapetes não são exceção.

Sabemos que pode não parecer tarefa fácil incorporar um tapete na decoração de uma casa, mas com algumas dicas, verá que só vai acrescentar charme e personalidade ao seu espaço.

Primeiro, já sabe, pode sempre jogar com cores e padrões, consoante o sentimento que pretender que a sua casa transmita.

Sabe qual o significado das cores na decoração?

Depois, também pode jogar com as próprias formas. Pode cobrir o chão todo com vários tapetes, colocar um tapete pequeno em cima de um móvel, ou até mesmo um tapete redondo por baixo de uma mesa quadrada. Por que não?

Um tapete pode ser usado como peça central de um compartimento, junto de uma parede a marcar um recanto de leitura ou de trabalho ou até para separar divisões.

Experimente, não se vai arrepender!

Quartos para crianças – a imaginação é o limite

Os seus filhos são pequenos em tamanho, mas com uma imaginação maior que o Universo? Então não há dúvidas, merecem um espaço à altura. E não é assim tão difícil, se lhes pedir ajuda e der asas à sua própria criatividade, vai surpreender-se com o resultado.

 

Em primeiro lugar, deve escolher a cor da parede. As opções são imensas, sem que tenha de prender-se pelos típicos rosas e azuis. Mas, atenção, é preciso ter algum cuidado com as cores fortes, pois podem influenciar o descanso dos mais pequenos. Se o desejo do seu filho passar exatamente por uma dessas cores, como o vermelho ou o azul escuro, temos várias soluções:

  • Pinte apenas uma parede
  • Escolha papel de parede com um padrão dessa cor
  • Coloque-a apenas em apontamentos, como cortinas e tapetes

Outra opção para dar vida às paredes é a colocação de vinil/autocolantes decorativos, ideais para os traquinas aí de casa que num dia gostam da Porquinha Peppa e no dia a seguir já só pensam em super-heróis.

De seguida, tem de pensar na arrumação. O quarto de uma criança é o seu refúgio, e tem de ser um lugar confortável para descansar, estudar e, claro, brincar. Opte por prateleiras para organizar livros e brinquedos, por cestos, baús e caixas – serão os seus maiores aliados naqueles dias em que parece que passou no quarto o furacão Leslie.

Por fim, como já dissemos, a imaginação é o limite. Peça ajuda ao seu filho, para que seja o seu parceiro de decoração, deixe-o escolher algumas peças e verá que o resultado será do agrado de todos.

Como evitar perder a casa em caso de incumprimento do crédito à habitação

Já ouviu falar da retoma do contrato de crédito?

Este é um termo que interessa a todos que tenham empréstimos à habitação, uma vez que pode servir para evitar a perda da casa em caso de incumprimento. Afinal, nem sempre a vida corre pelo melhor e surgem imprevistos, por isso, o melhor é saber como agir nessa situação. Passamos a explicar:

Se o banco avançar para a via judicial face a um incumprimento no pagamento do crédito à habitação, nem tudo está perdido, ainda é possível evitar a venda da casa e continuar a pagar o crédito.

Esta solução trata-se do direito à retoma, que pode ser efetuado no prazo para a oposição à execução do crédito à habitação ou até à venda executiva do imóvel hipotecado, desde que:

  • Não exista reclamação de créditos por parte de outros credores;
  • Pague as prestações vencidas e não pagas, bem como os juros de mora e as despesas que o mutuante (credor) tiver suportado (devidamente documentadas e justificadas).

Se o consumidor exercer o direito à retoma do contrato, a respetiva resolução fica sem efeito e o contrato de crédito continuará a vigorar, mantendo-se os mesmos termos e condições inicialmente acordados, com eventuais alterações, sem se verificar qualquer renovação do contrato, ou seja, transformação de uma dívida por outra, com extinção da antiga, nem das garantias que lhe estejam associadas.

No entanto, atenção, existe um limite para a retoma: O mutuante apenas está obrigado a aceitar a retoma do contrato duas vezes durante a respetiva vigência.

Fonte: Deco / Idealista / art.º 28º do DL 74-A/2017

Quer que a sua casa pareça maior? A H ajuda!

Com uns truques aqui e acolá, do pequeno se pode fazer maior do que imagina. Por isso, hoje vamos deixar-lhe algumas dicas para que a sua casa pareça maior!

 

– Numa casa mais pequena, a arrumação é essencial. Por isso, opte por móveis multifuncionais, como sofás-cama, mesas de centro e bancos com arrumação, camas com gavetas, etc. Também os móveis baixos ou suspensos podem dar uma maior sensação de leveza ao espaço.

– Dizem que os espelhos não mentem, mas que podem enganar. Por isso mesmo, a utilização de espelhos é uma solução simples para fazer com que qualquer divisão da casa pareça maior.

– Apostar numa cor intensa para fazer sobressair umas das paredes da sala cria uma sensação de volume em espaços mais pequenos. Também a opção de papel de parede pode ser uma grande ajuda, basta optar por riscas horizontais ou verticais.

– A escolha das cortinas deve recair sobre umas finas, leves e que sejam da mesma cor da parede.

– Se a decoração e o gosto assim o permitirem, aposte em bancos em vez de cadeiras. Vai garantidamente ganhar espaço sem perder o conforto.

– Se a sua sala for pequena, aplique vários pontos de luz e posicione-os de cima para baixo, para dar a ilusão de que o teto é mais alto.

Cada vez mais pessoas têm Seguro Habitação

Um recente estudo concluiu que, entre janeiro e agosto de 2019, havia 3 milhões 950 mil pessoas com seguro habitação, o valor mais alto dos últimos três anos.

Este valor corresponde a 43.9% do universo composto pelos residentes em Portugal com 15 e mais anos, sendo o mais elevado desde 2016, o que vem a comprovar que a população cada vez mais valoriza a importância de ter a sua casa segura.

Os dados do estudo concluem ainda que a maior parte dos indivíduos com este tipo de seguros tem entre 35 e 54 anos, sendo que o valor mais elevado (61.8%) encontra-se na faixa etária entre 45 e 54 anos.

Por classe social, os valores oscilam entre um máximo de 60,1%, relativamente à classe alta e média alta, e um mínimo de 36%, junto da classe média baixa e baixa.

Sabia que uma boa pintura pode valorizar o seu imóvel?

A valorização de um imóvel depende de vários fatores, tais como a localização, o tamanho e, sim, a pintura também é um deles. Uma boa pintura transmite automaticamente uma boa impressão, seja para quem visita o imóvel como para quem lá vive.

 

Então, vamos por partes.

 

O primeiro passo é escolher a tinta. Para isso, é necessário ter em conta a superfície que irá ser pintada, se é interior ou exterior e qual o acabamento desejado (mate, brilhante, etc.).

 

Em segundo lugar, vem a escolha da cor. Esta deve ser pensada consoante o ambiente, uma vez que no interior deverá ser compatível com os móveis e com a decoração e no exterior com a cor dos portões, janelas e portas. Afinal, não há muita gente que gostasse de ver uma casa vermelha com janelas verdes e portas roxas, certo?

 

No interior, as opções são muitas. Na sala de jantar, para ajudar a estimular o apetite, uma cor alegre apenas numa parede é sempre uma boa ideia. Já no hall, é sempre possível arriscar mais, com cores alegres e festivas, assim como na sala de estar. Nas casas de banho, cozinha e escritório, as cores devem ser mais claras e neutras, para transmitirem a ideia de limpeza, nos primeiros dois casos, e de tranquilidade, no último. Mas atenção, evite laranjas, vermelhos e roxos em alguns compartimentos, são cores que podem ser consideradas agressivas. Por fim, nos quartos de crianças, já sabe, a imaginação é o limite!

 

Então, vai dar uma nova vida ao seu imóvel?

Venda Super Rápida

Quando chega a altura de comprar um imóvel, são muitas as pessoas que se encontram dependentes da venda do seu atual imóvel. É uma situação muito comum, mas que não precisa de ser um bicho-de-sete-cabeças, e a H explica-lhe como pode ajudar.

Na H Imobiliária, trabalhamos diariamente para que o equilíbrio entre vender rápido e vender bem seja perfeito. Para isso, dispomos de uma equipa capaz de definir os critérios certos para tornar o seu imóvel num imóvel de Venda Super Rápida

Por trabalharmos há 19 anos na Figueira da Foz, conhecemos o mercado imobiliário da região, o que nos permite agilizar o processo de venda, utilizando também a nossa extensa base de dados de clientes interessados em comprar, seja para habitação ou para investimento.

Além disso, ao acompanharmos todas as fases do processo, estamos lado a lado dos nossos clientes e vestimos a camisola de cada venda.

Se está a pensar vender a sua casa, veja o que pode (e deve) fazer para ajudar o processo e vender a sua casa mais depressa. O resto fica por nossa conta.

Fale connosco!