Renovar a casa – guia completo

Quer remodelar a sua casa, mas não faz ideia das alterações que pode fazer ao imóvel? Será possível mudar o WC ou a cozinha de lugar? Será boa ideia instalar um sistema de ar condicionado ou é preferível investir num bom sistema de isolamento térmico? E o pavimento, qual é a melhor opção?

Decidiu remodelar a sua casa? Não comece as obras sem ler o GUIA que preparámos para si!

Posso mudar o WC de lugar?

Sim, pode! Contudo, é necessário encontrar os tubos de drenagem das águas (a sanita tem de ser instalada a um metro ou menos destas tubagens) e garantir que existem condições para a instalação de um sistema de ventilação.

Posso mudar a cozinha de lugar?

Sim, pode! É imprescindível que encontre a tubagem que drena as águas dos eletrodomésticos, que respeite as normas de ventilação e que a instalação do gás seja feita por um especialista.

Devo reforçar o isolamento térmico?

Sim, deve! Já que meteu mãos à obra, invista num bom sistema de isolamento térmico, que além de garantir conforto, reduz gastos com o aquecimento/arrefecimento da casa, consoante as estações do ano.

Devo alterar as instalações elétricas?

Sim! Se substituir ou acrescentar eletrodomésticos e/ou equipamentos elétricos deve reforçar a potência do quadro ou substituí-lo.

Devo substituir as torneiras?

Depende do estado e da qualidade das torneiras que tem em sua casa.

Aquecimento — radiadores de água quente, elétricos ou pavimento aquecido?

Os radiadores de água quente, devido à elevada inércia térmica, mantêm a casa quente durante mais tempo, ao contrário dos radiadores elétricos. O pavimento aquecido proporciona mais conforto, dado que distribui o calor de forma mais uniforme.

Ar condicionado, sim ou não?

Tenha em conta a localização, a estrutura, o sistema de isolamento e a exposição solar do imóvel — consulte um especialista que o possa aconselhar e fazer a instalação do sistema de ar condicionado, caso opte por fazê-la.

Que tipo de materiais devo escolher?

Durante o processo de seleção dos materiais, tenha em conta, principalmente, o clima (as madeiras estão mais indicadas para climas frios, os mármores para quentes, por exemplo) a textura, durabilidade e a capacidade de isolamento sonoro.

Cor ou papel de parede?

Tanto a pintura como a aplicação de papel de parede exigem uma base em bom estado, lisa e com bons acabamentos. A pintura (desde que opte por cores discretas) coloca o foco noutros elementos decorativos e o papel de parede permite-lhe jogar com texturas e padrões e optar pelo minimalismo, no que toca à decoração.

Cor

Se optar pela pintura, escolha as cores conforme a luminosidade dos espaços e não se esqueça de que a cor influencia o nosso estado de espírito — numa casa são sempre bem-vindas as cores relaxantes.

EURIBOR atinge novos mínimos

Tem um crédito habitação com taxa variável? Temos boas notícias!

As taxas EURIBOR a três, a seis e a doze meses voltaram a descer, ou seja, o valor da sua prestação irá baixar. 

A taxa EURIBOR a 3, a 6 e a 12 meses caiu novamente e, no caso das taxas a 3 e a 6 meses, foram atingidos novos mínimos.

No nosso país, a EURIBOR a seis meses, a taxa mais comum no que diz respeito ao crédito à habitação caiu 0,004 pontos, para os -0,538%, e atingiu um novo mínimo. A EURIBOR a três meses também atingiu um novo mínimo, ao cair 0,006 pontos, para os -0,573%. A taxa EURIBOR a doze meses caiu 0,021 pontos, para os -0,482%.

A oscilação das taxas de juro EURIBOR é ditada pelas subidas e descidas das taxas de juro diretoras do Banco Central Europeu (BCE). O valor é fixado segundo a taxa média à qual 57 bancos da Zona Euro estão dispostos a emprestar dinheiro entre si. A EURIBOR encontra-se em terreno negativo desde 2015.

HALLOWEEN – prepare uma noite ASSUSTADORA só para miúdos CORAJOSOS

Já se sabe que, no dia de Halloween, tudo o que os miúdos querem é vestir um disfarce medonho e andar de porta em porta a assustar os vizinhos e a pedir doces — “doçura ou travessura?” — gritam entre caretas e risinhos.

Isto depois de esculpida e colocada no jardim ou na varanda a abóbora mais feia da rua. E se este ano preparasse um programa diferente? Decore a sala a rigor e crie um ambiente misterioso, a meia luz, com velas e histórias só para miúdos CORAJOSOS!

Histórias para miúdos CORAJOSOS

Anna Kadabra

A Ana Kadabra está furiosa! Vai mudar-se com os pais para Moonville, uma aldeia antiquada no meio de um bosque cheia de lendas e segredos. Quem é o gato misterioso que segue a Anna para todo o lado? Pode o gato ser de uma bruxa? E se a bruxa for ela?

Mortina e o Namorado Fantasma

Quem será o misterioso rapaz-fantasma que anda a tentar entrar no Casarão Decadente? Mortina, a menina morta-viva, quer ajudar o seu novo amigo a descobrir quem é e de onde vem. Vamos procurar pistas e desvendar este enigma?

Desculpa… Por acaso és uma bruxa?

Leonardo é um gato preto, muito solitário, que passa o tempo todo na biblioteca. Certo dia, ao ler A Enciclopédia das Bruxas, descobre que elas adoram gatos pretos. Mas como poderá o Leonardo encontrar uma bruxa, se nunca na sua vida viu nenhuma? E todas as vezes que pergunta “desculpa, por acaso és uma bruxa?”, engana-se sempre! O gato Leonardo acaba por desistir e regressar à biblioteca, sem desconfiar de que há uma grande surpresa à sua espera!

Carlota Barbosa, a Bruxa Medrosa

Era uma vez uma bruxa diferente de todas as outras. A Carlota Barbosa tem medo de tudo, em vez de assustar, é ela quem se assusta — se vê uma aranha dá um salto até ao teto e, quando voa, cai da vassoura abaixo se lhe aparece um mocho no caminho, mas a Carlota tem um grande amigo, o gato Espinosa, que a vai ajudar a tornar-se uma bruxa corajosa.

Manuel, o Morcego no Papel de Vampiro

Quando Manuel, o morcego, caça a sua primeira borboleta, chega à conclusão de que os insetos sabem mesmo muito mal! “Se calhar és um morcego-vampiro”, brinca o morcego mais velho. Manuel fica com a pulga atrás da orelha e está decidido a descobrir se gosta mais do sabor do sangue ou de insetos.

 

 

IMI – proposta do OE 2022 beneficia os contribuintes

A proposta do Orçamento do Estado para 2022 traz boas notícias para os contribuintes, no que diz respeito à forma como é apurado o valor o IMI — a partir do próximo ano a distorção de mercado será tida em conta no momento de apurar o valor do IMI a pagar pelo contribuinte, caso seja solicitada uma segunda avaliação do Valor Patrimonial Tributário (VPT).

Na prática, quando solicitada uma segunda avaliação ao valor de IMI a pagar, o Imposto Municipal sobre os Imóveis passa a ser calculado com “base no Valor Patrimonial Tributário fixado no âmbito desta segunda avaliação, o que acabará por resultar numa descida do imposto a pagar anualmente pelo proprietário”.

medida consta da proposta do Orçamento do Estado para 2022 e visa conferir ao apuramento do valor do IMI, resultado de uma segunda avaliação, o mesmo tratamento que é conferido a impostos como IRS, IRC ou IMT.

De acordo com o Código do IMI, “caso o contribuinte, a autarquia ou o chefe de finanças não concordem com o resultado da avaliação direta de prédios urbanos, podem requerer ou promover, respetivamente, uma segunda avaliação, tendo um prazo de 30 dias para o fazer a partir a data em que o contribuinte é notificado”.

A segunda avaliação pode ser solicitada em caso de distorção entre VPT do imóvel, sobre o qual é aplicado o IMI, e o valor de mercado. Até ao momento, o resultado desta segunda avaliação feita com base na distorção dos valores de mercado apenas era tido em conta para efeitos de IRS, IRC ou IMT.

Outono e as tendências de decoração

Chegou cinzento e frio o outono. Já apetece estar em casa, no sofá, enroscado numa manta a ver uma série, a ler um livro ou com os pés em frente à lareira, com uma chávena de chá bem quente na mão.

Chegou também a época de tirar do armário as malhas, os gorros e os casacões, e de trazer para a sala as mantas e os tapetes para a tornar ainda mais aconchegante. Se, além do conforto, gosta de levar para dentro de casa as grandes tendências de decoração de interiores, para este outono/inverno SUGERIMOS

THE NEW TWENTIES

O estilo inconfundível dos anos 20 veio para ficar e leva até às nossas salas o seu espírito boémio — a exuberância, a elegância e as linhas da art déco.

RAINBOW OF HAPPINESS

E depois de uma fase tão negra, nada como trazer a alegria, a paz e a felicidade para dentro de casa, através de peças de design divertidas.

LET IT SNOW

CONFORTO e mais conforto – “roube” aos armários todas as peças que tenham gravado na etiqueta quente e fofa. Haverá algo melhor do que uma lareira acesa, uma manta e um livro?

COUNTRY AFFAIRS

Slow living é o mote que, diariamente, nos faz sonhar com uma casa no campo e nos faz levar para a sala tudo o que nos transmita tranquilidade e calor: como os grossos tapetes de Arraiolos, as mantas de trapos, os bules de chá e as cestas de verga, onde a lenha aguarda a hora de saltar para o lume.

Precisa de apoio para arrendar casa?

Em Portugal, arrendar casa é bastante difícil devido à escassez de imóveis, mas também aos valores das rendas. A situação tem vindo agravar-se: há famílias que não reúnem condições para suportar os encargos da compra de uma casa ou de um Crédito Habitação, nem o elevado custo das rendas.

No sentido de minorar o problema, o Governo pôs em marcha vários programas de apoio ao arrendamento, nomeadamente o PROGRAMA de ARRENDAMENTO APOIADO.

Já conhece? Sabe em que consiste? E como pode candidatar-se?

Nós explicamos!

Este PROGRAMA, aplicável a imóveis detidos pelas “entidades das administrações direta e indireta do Estado, das regiões autónomas, das autarquias locais, do setor público empresarial e dos setores empresariais e regionais”, disponibiliza habitações adequadas ao agregado familiar e o valor da renda é definido com base nos seus rendimentos.

Para saber se pode candidatar-se ao programa basta consultar o regulamento no Portal da Habitação, em https://www.portaldahabitacao.pt/.

Quanto à candidatura, deve ser submetida na Plataforma eletrónica do Arrendamento Apoiado, em https://eaa.portaldahabitacao.pt/web/eaa/autenticacao.

Diga adeus à sua banheira

Foram, durante anos, as rainhas do WC — qualquer casa de banho que se prezasse tinha a sua espaçosa banheira, de preferência emoldurada com um belo painel de azulejos e um ou dois degraus a dar-lhe um toque de charme.

Mudam-se os tempos, mudam-se as necessidades, hoje o mobiliário de WC quer-se minimalista e funcional — as bases de duche encaixam na perfeição neste novo conceito, adaptado à correria do dia a dia; opções bonitas e elegantes é coisa que não falta no mercado.

Venha descobri-las connosco!

BASE DE DUCHE AO NÍVEL DO CHÃO

Estão na moda e são extremamente elegantes e práticas quanto à acessibilidade e limpeza.

– BASE DE DUCHE PRETA

Preto é sinónimo de elegância — as bases de duche pretas são, atualmente, uma das grandes tendências do design de interiores.

– POLIBAN COM PLATAFORMA DE MADEIRA

A utilização de elementos de madeira na decoração do WC cria uma atmosfera de conforto e requinte — tem a magia de nos transportar para o SPA.

– BASE DE DUCHE AZULEJO

A variedade de materiais, desde o cimento, aos ladrilhos e aos mosaicos, permite-nos criar bases de duche personalizadas, elegantes e com um forte impacto visual.

– BASE DE DUCHE MÁRMORE

O mármore é um material que nunca sai de moda pela sua versatilidade — tanto se adapta a ambientes mais clássicos como aos mais modernos.

– BASE DE DUCHE RESINA

Diga adeus às juntas e à sujidade que por lá se acumula com as bases de duche ao nível do solo, revestidas com resina. Este revestimento permite criar uma superfície lisa, impermeável e uniforme. Quanto à cor, escolha a seu gosto.

Créditos — como evitar o incumprimento e sobre-endividamento

Depois das férias e do período crítico do regresso às aulas, convém focar a sua atenção na sua vida financeira, especialmente se tem um ou mais CRÉDITOS e/ou se abusou do uso do cartão de crédito durante o verão, para evitar entrar em incumprimento para com a instituição credora ou em sobre-endividamento.

A renegociação ou consolidação dos créditos, modalidades que permitem reduzir as prestações mensais e alargar os prazos de pagamento, são excelentes opções. Mas, afinal em que consistem a RENEGOCIAÇÃO e a CONSOLIDAÇÃO e qual a melhor opção para a sua situação?

RENEGOCIAÇÃO

Pretende reduzir a prestação mensal e consiste em tentar alterar as condições contratuais, junto da instituição credora, nomeadamente através da renegociação do valor do ‘spread’, do  alargamento do prazo de pagamento do crédito (diminui o valor das prestações mensais, mas aumenta os valores totais dos juros) ou do pedido de um período de carência de capital (a prestação de um crédito é composta pelo capital em dívida e pelos juros; caso opte pela carência de capital, paga apenas os juros, num período entre 6 a 24 meses.)

CONSOLIDAÇÃO

O crédito consolidado consiste em reunir o valor total das prestações numa única de valor inferior ao somatório do total individual. Esta modalidade de crédito permite-lhe pagar uma única prestação, alargar o prazo de pagamento e ter um maior e melhor controlo na gestão das suas dívidas, dado que estão concentradas num único crédito.

A MELHOR OPÇÃO

Qual a melhor opção? Depende da sua situação financeira e dos valores em dívida, além disso, o banco não é obrigado a renegociar créditos. A CONSOLIDAÇÃO é a melhor das opções, contudo, antes de tomar qualquer decisão, perceba muito bem o ponto da sua situação financeira de modo obter as melhores condições possíveis e consulte um profissional.

Jardinar com os miúdos

Meter as mãos na terra, sentir-lhe a textura, a humidade e o cheiro, descobrir os segredos e as formas de vida que o subsolo guarda, compreender o ciclo de vida das plantas e a importância de alguns insetos para a preservação dos ecossistemas, aprender a respeitar e a cuidar da mãe natureza — incutir, aos miúdos, o gosto pela jardinagem é extremamente pedagógico. Vamos à aventura?

— Desculpas como “a minha casa não tem jardim e/ou quintal” não são aceites; a varanda serve perfeitamente para colocar os vasinhos e basta aos pequenos jardineiros abrirem a porta para que possam cuidar das suas plantinhas e acompanhar o seu desenvolvimento.

— Comece com um convite – proponha à criança que se junte a si para semear alguma espécie vegetal que lhe seja familiar, como, por exemplo, cenouras. A familiaridade com a planta vai despertar-lhe a curiosidade e desencadear várias perguntas – chegou o momento de explicar-lhe como funciona o ciclo de vida vegetal.

Explique o quão perigosas podem ser determinados ferramentas (guarde-as sempre num lugar seguro e mantenha-se atento). E, para evitar acidentes e facilitar o manuseamento, forneça utensílios adequados à idade da criança.

Vista os seus pequenos jardineiros a rigor – umas jardineiras e umas botas ou uns crocs, um chapéu de palha e umas luvas são indispensáveis – e atribua-lhe tarefas, como, por exemplo, cavar um buraco, colocar as sementes na terra, regar…

Responsabilize-o pela sua horta/jardim – dê-lhe um espaço pequenino ou um vaso e incuta-lhe a responsabilidade de vigiar, regar e zelar pelo crescimento saudável das suas plantinhas.

Construir CASA está mais caro

Construir casa nova está mais caro desde junho, de acordo com últimos números divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística.  O INE aponta como fatores responsáveis pelo aumento do preço final dos imóveis os custos associados à mão de obra e à aquisição de materiais de construção.

Os custos associados à construção de habitação cresceram 6,5% em junho, em termos homólogos, e mais 0,4% face ao mês anterior. O aumento do preço dos materiais de construção, bem como da mão de obra, são os fatores responsáveis pela subida do valor final a pagar por uma casa nova, de acordo com os números apresentados pelo INE.

“Em junho, estima-se que os custos de construção de habitação nova tenham aumentado 6,5% em termos homólogos, mais 0,4% face ao observado no mês anterior.”

No que diz respeito à taxa de variação mensal do Índice de Custos de Construção de Habitação Nova (ICCHN), o valor fixou-se em 1,0% no mês de junho, tendo o custo dos materiais crescido 0,5% e o custo da mão de obra 1,7%. O preço da mão de obra e dos materiais de construção contribuíram com 0,3% e 0,7%, respetivamente, para a formação do valor final da taxa de variação mensal do ICCHN, apurado pelo INE.