CASAS ANTIGAS – Preserve e valorize o património na Figueira da Foz

As casas antigas têm um valor que vai muito além do mercado — são memória, identidade e história viva. Restaurá-las é uma forma de proteger o que nos liga ao passado e ao mesmo tempo dar novo fôlego a cada rua, a cada bairro.

Na Figueira da Foz, como em muitas cidades do nosso país, existem imóveis cheios de carácter que, com o passar do tempo, vão perdendo brilho e segurança. A exposição ao clima, o desgaste natural e a falta de manutenção fazem com que muitas destas casas precisem urgentemente de obras de conservação.

Investir num restauro é investir com propósito. Não só valoriza o imóvel, como ajuda a preservar o traço original que tanto nos distingue — das fachadas aos azulejos, dos soalhos em madeira aos tetos trabalhados. E, claro, ganha em conforto, eficiência e segurança.

Apesar dos desafios que podem surgir — como custos mais elevados ou exigências técnicas — há cada vez mais apoios disponíveis para quem quer avançar com este tipo de projeto. Desde incentivos fiscais a programas de financiamento, há ferramentas que podem tornar o restauro mais acessível.

Reabilitar não é só reformar. É respeitar o que já existe e dar-lhe nova vida com responsabilidade e visão de futuro. E isso faz toda a diferença — para quem habita, para quem visita e para a cidade como um todo.

Porque preservar o património é cuidar do que é nosso.

UNIÃO DE FACTO – Como comprar casa juntos sem serem casados

Se vive em união de facto e estão a pensar comprar casa juntos, não há qualquer impedimento legal para o fazerem. Mas atenção: há pormenores importantes a ter em conta.

O crédito é conjunto, a responsabilidade também
Mesmo sem estarem casados, podem pedir um crédito habitação juntos. O Banco vai avaliar o vosso perfil financeiro da mesma forma que faria com um casal casado: rendimentos, estabilidade profissional e taxa de esforço. Se o empréstimo for aprovado, a dívida ficará em nome dos dois — por inteiro. Isto significa que, se um não pagar, o outro tem de assegurar o pagamento total.

A casa será de ambos
O imóvel ficará em nome dos dois, normalmente com uma divisão de 50% para cada um. Mas podem ajustar essa percentagem, por exemplo, se um dos dois contribuir mais para a entrada. O importante é que tudo fique bem definido na escritura.

E se a relação acabar?
Ninguém gosta de pensar nisso, mas é essencial prever. Se a relação terminar, têm duas opções: vender o imóvel e dividir o valor (depois de saldada a dívida), ou um dos dois pode ficar com a casa — desde que consiga assumir o empréstimo sozinho e o Banco aceite. Pode ainda haver lugar a compensações, especialmente se a casa tiver valorizado.

Amor e contas a dois
Comprar casa é um passo grande. Por isso, mais do que amor, é preciso ter uma boa conversa sobre finanças, expectativas e futuro. Assim evitam surpresas e tomam uma decisão segura, para os dois.

AROMAS DE VERÃO – Transforme a sua casa com fragrâncias naturais

O verão não é só visual — também se sente no ar. Uma forma simples (e diferente) de trazer a estação para dentro de casa é através dos aromas.

Sabia que certos cheiros ajudam a refrescar o ambiente, melhorar o humor e até reduzir o stress? Nesta estação, opte por fragrâncias leves e naturais, como citrinos, lavanda, hortelã-pimenta ou eucalipto.

Como aplicar?

– Coloque ramos de ervas aromáticas frescas em pequenos jarros de vidro;

– Use óleos essenciais em difusores ou spray caseiro com água;

– Crie saquinhos de tecido com pétalas secas e folhas perfumadas, para colocar em gavetas ou junto à entrada da casa.

Mais do que decoração, é uma forma de criar ambientes com alma, que acompanham a energia do verão — leve, fresca e cheia de boas sensações.

DOAÇÃO DE IMÓVEIS – O que saber antes de tomar esta decisão

Doar um imóvel ainda em vida pode ser uma forma inteligente de organizar o seu património e evitar problemas futuros na partilha de bens. Mas atenção: este gesto, que à partida parece simples, envolve regras e alguns cuidados importantes.

Na prática, doar um imóvel é transferir a sua propriedade para outra pessoa — como um filho ou cônjuge — sem qualquer pagamento em troca. É uma forma de garantir que quem mais ama vai beneficiar diretamente do bem, evitando eventuais conflitos entre herdeiros.

Mas esta decisão deve ser bem ponderada.

Antes de mais, é preciso cumprir todas as formalidades legais: a doação tem de ser feita por escritura pública e não pode prejudicar os direitos dos herdeiros diretos, como filhos ou companheiros(as).

Outra vantagem? É possível fazer a doação com reserva de usufruto, o que significa que pode continuar a viver no imóvel ou receber rendas, mesmo já não sendo oficialmente o(a) proprietário(a).

Também há boas notícias em termos de impostos: se doar o imóvel a um descendente direto, como um filho, fica isento da taxa de 10% do Imposto de Selo. Ainda assim, há sempre uma taxa de 0,8% a pagar sobre o valor do imóvel.

Mas nem tudo são facilidades. Há situações em que a doação pode ser revogada — por exemplo, se houver ingratidão por parte de quem recebe o imóvel — e outras em que é mesmo proibida por lei.

Por isso, antes de tomar esta decisão, o mais sensato é pedir o apoio de um notário ou advogado. Um gesto feito com boa intenção pode, sem o devido cuidado, acabar por gerar problemas mais tarde.

ALOJAMENTO LOCAL – O que deve saber antes de avançar

Transformar uma casa ou apartamento num alojamento local (AL) pode parecer uma boa forma de rentabilizar o imóvel — especialmente em zonas turísticas ou cidades com grande procura. Mas esta decisão envolve mais do que apenas colocar o imóvel online e esperar reservas.

Antes de tudo, é essencial garantir que o espaço cumpre os requisitos legais. É necessário obter um registo de Alojamento Local, feito na câmara municipal, e respeitar normas específicas relativas à segurança, higiene e condições do imóvel.

Além disso, o AL deve estar identificado com uma placa visível e tem de dispor de seguro de responsabilidade civil. Em prédios com condomínio, também é preciso verificar se o regulamento interno permite este tipo de atividade — já que, hoje em dia, muitos edifícios impõem restrições.

Outro ponto a considerar é a fiscalidade. O rendimento obtido através do arrendamento de curta duração está sujeito a tributação. Se o imóvel estiver em nome individual, terá de declarar os rendimentos em sede de IRS. No caso de empresas, aplica-se o regime de IRC. É ainda necessário liquidar IVA, caso o volume de faturação o exija.

Mas nem tudo são obrigações. O potencial de rentabilidade é elevado, sobretudo em zonas centrais, junto a praias ou pontos de interesse turístico. Comparado com o arrendamento tradicional, o alojamento local pode gerar mais rendimento — ainda que também envolva mais trabalho, rotatividade e risco.

Também é importante estar atento às alterações legais, pois o enquadramento do AL tem sofrido mudanças nos últimos anos. Algumas zonas estão sujeitas a restrições, com limites ao número de registos ou mesmo suspensões.

Em resumo, apostar no arrendamento turístico pode ser uma excelente oportunidade, mas deve ser feito com informação, planeamento e, sempre que possível, com apoio profissional.

CASAS PENHORADAS – Como funciona a venda?

Comprar casa é uma decisão importante — e se estiver à procura de oportunidades, é possível que já tenha ouvido falar em casas penhoradas. Mas o que são afinal? E como funciona a sua venda?

Vamos explicar tudo de forma simples.

Quando uma pessoa não consegue pagar uma dívida, — por exemplo, ao banco ou ao Estado — o imóvel pode ser penhorado, ou seja, fica apreendido para garantir o pagamento dessa dívida. Depois, essa casa pode ser colocada à venda para tentar recuperar o valor em falta.

E aqui pode surgir uma oportunidade para quem está a comprar: como o objetivo é recuperar o dinheiro em dívida, o preço da venda costuma ser mais baixo do que o valor de mercado. No entanto, é importante ter alguns cuidados antes de avançar.

Nem todas as casas penhoradas estão nas mesmas condições. Algumas estão ocupadas, outras têm dívidas associadas, e há processos que envolvem mais burocracia. Por isso, o ideal é estar bem informado e, sempre que possível, contar com o apoio de um profissional.

A venda destas casas pode acontecer de diferentes formas: por leilão (presencial ou online), por venda direta, ou através de propostas fechadas. Seja qual for o caso, o processo exige atenção e alguma preparação, especialmente no que toca a verificar a documentação do imóvel e garantir que está tudo legalizado.

No fundo, comprar uma casa penhorada pode ser uma boa oportunidade — mas, como em qualquer investimento, o segredo está em saber exatamente o que se está a comprar.

Se está a pensar seguir este caminho, informe-se bem, analise os prós e contras, e avance com segurança.

CASAS DE FÉRIAS – Como escolher o destino perfeito

Quando se pensa em casas de férias, o cenário ideal varia de pessoa para pessoa — há quem sonhe com a tranquilidade do campo, quem prefira o encanto das vilas históricas ou quem não abdique de acordar com vista para o mar. Mas afinal, como escolher o destino perfeito?

Tudo começa por perceber o que realmente valoriza. Gosta de praia e de passeios à beira-mar? Locais como a Figueira da Foz ou outras zonas costeiras são ideais. Prefere um ambiente mais sossegado, rodeado de natureza? O interior do país pode surpreendê-lo com aldeias acolhedoras, vistas incríveis e preços mais acessíveis.

Também é importante pensar na acessibilidade. Vai deslocar-se com frequência à sua casa de férias? Prefere algo próximo ou está à procura de um verdadeiro refúgio longe da rotina?

Outro ponto essencial é decidir se a casa servirá apenas para lazer ou também como investimento, com potencial de rentabilização em épocas altas através de arrendamento temporário.

Por fim, nunca subestime a importância de visitar a zona e conversar com quem conhece bem o mercado local — como uma agência imobiliária experiente, que o possa aconselhar com base nas suas preferências e objetivos.

Escolher o destino certo é meio caminho andado para transformar uma simples casa de férias num lugar especial, onde cria memórias para a vida.

FINANCIAMENTO – Spread, LTV e TAEG: O que significam e como impactam o seu crédito habitação?

Quando chega o momento de pedir um crédito habitação, surgem muitos termos que podem parecer confusos à primeira vista. Entre os mais comuns estão o Spread, o LTV e a TAEG. Mas afinal, o que significam e por que deve estar atento a estes indicadores?

Spread

É a margem de lucro que o banco aplica ao seu crédito. É somado à Euribor (taxa de referência variável) e juntos formam a taxa de juro final. Um spread mais baixo pode representar prestações mensais mais acessíveis, mas também depende do seu perfil de risco, tipo de imóvel e relacionamento com o banco.

LTV (Loan to Value)

Refere-se à percentagem do valor do imóvel que o banco está disposto a financiar. Por norma, os bancos financiam até 90% do valor da compra (para habitação própria e permanente), sendo o restante suportado pelo comprador. Um LTV mais baixo reduz o risco do banco e pode ajudar a negociar melhores condições.

TAEG (Taxa Anual Efetiva Global)

É o valor que reflete o custo total do crédito, incluindo juros, comissões, seguros obrigatórios e outros encargos. Ao comparar propostas de crédito habitação, este é um dos indicadores mais importantes, pois mostra-lhe quanto vai realmente pagar pelo empréstimo.

Saber interpretar estes conceitos ajuda a tomar decisões mais informadas e a escolher o financiamento mais vantajoso para si.

Se está a pensar comprar casa e quer esclarecer as suas dúvidas sobre crédito habitação, fale com a nossa equipa — estamos cá para o orientar em todas as etapas do processo!

CASA INTELIGENTE – 5 gadgets que vão facilitar o seu dia a dia

A tecnologia chegou às nossas casas para ficar e a verdade é que já não conseguimos viver sem ela. Uma casa inteligente não é apenas moderna, é prática, segura e até mais eficiente. Se está a pensar dar um upgrade ao seu lar, conheça 5 gadgets que fazem realmente a diferença no dia a dia.

1. Assistente virtual (como Alexa ou Google Nest)
Controle as luzes, a música, os lembretes e até os eletrodomésticos com um simples comando de voz. É como ter uma ajudante pessoal sempre pronta.

2. Lâmpadas inteligentes
Diga adeus aos interruptores — agora pode ligar, desligar ou ajustar a intensidade da luz através do telemóvel. Além de cómodas, ajudam a poupar energia.

3. Fechaduras digitais
Abra a porta com um código, app ou até impressão digital. Nunca mais perde as chaves e pode até autorizar o acesso a familiares ou serviços de entrega.

4. Robôs aspiradores
A limpeza diária já não precisa de ser uma preocupação. Estes pequenos ajudantes mantêm o chão limpo, mesmo quando não está em casa.

5. Tomadas inteligentes
Com estas tomadas pode controlar remotamente qualquer equipamento ligado a elas. Perfeitas para desligar aquele ferro de engomar esquecido ou programar o aquecedor.

A tecnologia não substitui o conforto de um lar, mas pode torná-lo ainda mais acolhedor e funcional.

Já começou a tornar a sua casa mais inteligente? Se ainda está à procura do imóvel ideal para isso, fale connosco — na H Imobiliária ajudamos a encontrar a casa certa para o estilo de vida que procura.

PRIMEIRA CASA – Guia completo para obter isenção fiscal

Comprar a primeira casa é um passo marcante, e agora pode ser mais acessível. Desde agosto de 2024, os jovens até aos 35 anos podem beneficiar da isenção do IMT e do Imposto do Selo, aliviando significativamente os encargos da compra de habitação própria e permanente.

Mas o que significa, na prática, esta isenção?

O IMT é o imposto municipal pago aquando da aquisição de um imóvel, enquanto o Imposto do Selo corresponde a uma percentagem (0,8%) sobre o valor da transação. Para quem reúna os requisitos, estes custos deixam de existir, desde que o imóvel não ultrapasse os 316 058 (para isenção total). Existe ainda isenção parcial até aos 348 022.

Para beneficiar, os compradores devem:

– Ter até 35 anos;

– Ser residentes fiscais em Portugal;

– Não ter sido proprietários de imóveis para habitação nos últimos 3 anos;

– Comprar o imóvel como habitação própria e permanente;

– Comprar enquanto pessoa singular.

A isenção aplica-se apenas a imóveis prontos a habitar, ficando de fora terrenos, imóveis em planta ou de segunda habitação.

Para além desta poupança, os jovens podem ainda ter acesso ao apoio do Estado no crédito à habitação, com garantias públicas para quem não tenha poupança suficiente para a entrada do banco.

Para quem está a dar os primeiros passos rumo à independência, esta medida representa uma oportunidade real para concretizar o sonho da casa própria.

Se quer saber mais sobre as opções que tem disponíveis, ou encontrar o imóvel certo para si, fale connosco. Estamos aqui para ajudar!