Emissão de licenças de habitação cresce 20,6%

Entre janeiro e abril deste ano, as licenças emitidas pelas câmaras municipais para obras de construção ou reabilitação de edifícios de habitação subiram 20,6% face a igual período do ano passado, para 6.336, em resultado de uma subida de 22,6% das licenças de habitação nova, de 19,1% dos fogos em construções novas e de 13,2% nas obras de reabilitação habitacionais.

Os números são do mais recente relatório Síntese Estatística da Habitação, agora divulgado pela AICCOPN, que salienta, contudo, que “estas expressivas variações no licenciamento são parcialmente explicadas pela redução do licenciamento ocorrida nos meses de março e abril de 2020, em resultado do surto pandémico e das primeiras medidas de confinamento”.

Nestes primeiros 4 meses de 2021, registou-se um crescimento significativo do novo crédito concedido para aquisição de habitação, num total de 4.569 milhões de euros, mais 24,2% que em igual período de 2020.

No mês de abril, a avaliação bancária fixou um novo máximo histórico, de 1.200 euros por metro quadrado, que foi, entretanto, superado pelos 1.212 euros de maio.

Fonte: Vida Imobiliária

Poupar em férias? É possível!

Ir de férias no verão não tem de ser sinónimo de grandes gastos. É possível poupar e conseguir ter umas férias inesquecíveis.

DEFINA UM ORÇAMENTO

O primeiro conselho, e talvez o mais importante, é a necessidade de um orçamento detalhado. Já sabe quanto dinheiro tem para gastar nestas férias? Se não, dedique algum tempo para perceber quanto é que pode gastar neste verão. Depois, comece a anotar todas as despesas que vai ter com as férias: viagens (carro, avião ou transportes públicos), estadia, refeições, etc. Não se esqueça de contar com eventuais extras que podem surgir. Seja realista ao planear as suas férias para evitar um impacto negativo nas suas finanças. Ou seja, certifique-se de que tem uma boa margem financeira para fazer as férias desejadas. Caso contrário, faça algumas cedências e encontre opções mais acessíveis.

APROVEITE TODOS OS DESCONTOS

Com tempo consegue procurar descontos e fazer melhores escolhas. Seja qual for o seu destino de férias, faça uma pesquisa e perceba se tem algum benefício por reservar online ou comprar antecipadamente bilhetes para as atrações turísticas. Verifique se tem algum cartão que ofereça descontos, como os cartões de fidelização das marcas. Faça também uma pesquisa online dos museus e outras atrações turísticas e descubra se disponibilizam um dia com entrada livre (normalmente é aos domingos).

Mesmo que não conheça nenhum desconto em particular, use o Google ao seu favor e faça uma pesquisa livre como “desconto oceanário” ou “desconto parque aquático”, por exemplo. Analise os resultados que aparecem e perceba se compensa. Por mais pequeno que seja o desconto, ao somar tudo vai conseguir uma poupança muito significativa. Não se esqueça de também aproveitar os descontos para os combustíveis caso vá viajar de carro.

PEÇA RECOMENDAÇÕES

Conhece alguém que já visitou o lugar para onde vai de férias? Então peça-lhe opiniões dos locais mais económicos para comer ou ir às compras. Aproveite e peça opinião sobre os locais turísticos que definiu para perceber se valem a pena a visita e o investimento. Caso não conheça ninguém, faça uma pesquisa online sobre os diferentes locais e atrações turísticas. Atualmente existem muitos blogs de viagens com este tipo de informação.

ENVOLVA TODA A FAMÍLIA NA POUPANÇA

Se vai de férias com a sua família, então todos devem ajudar a poupar. Por isso, é importante que todos colaborem na elaboração de um plano de férias consciente, que respeite o orçamento familiar. Muitas vezes, as exigências dos filhos acabam por significar gastos extra desnecessários. Por essa razão, é importante que os filhos se envolvam e percebam a importância de poupar e fazer algumas cedências. Isso não tem de ser sinónimo de umas férias menos divertidas. Com um bom planeamento em família é possível conseguir umas férias inesquecíveis sem a necessidade de visitar todos os parques aquáticos ou de diversões.

Já decora com Macramé?

O macramé é uma das tendências de decoração de interiores para este verão e parece ser uma moda que veio para ficar.

O macramé é uma técnica artesanal que permite criar objetos através do traçar manual de fios e dos seus nós.

Começou precisamente na Península Ibérica, no século XIII, onde foi introduzido por artesãos árabes. Na origem da palavra que hoje usamos está “migramah”, ou seja, “franja decorativa”, sendo que hoje quer dizer nó.

Ao serem criados com padrões, estes objetos concedem um maior aconchego ao ambiente onde se inserem. Além do tradicional cru, existem também peças de outras cores, de forma a promover um ambiente mais descontraído.

O que começou por peças essencialmente decorativas, hoje já se expandiu para diversos formatos, tais como candeeiros, suportes para plantas, pufes, bijuteria, roupa e acessórios. Elementos sofisticados, complexos e originais.

 

Pandemia não impediu um dos melhores anos de sempre no investimento

Um ano quase todo sob efeito da pandemia e que sucedeu a um 2019 que assinalou um recorde máximo do investimento imobiliário em Portugal, faria supor, à partida, uma travagem a fundo desta atividade. Contudo, no último ano foram investidos cerca de €2.900 milhões na compra de ativos imobiliários de rendimento em território português, colocando 2020 como um dos melhores anos de sempre no investimento imobiliário.

Os dados são apurados pela Iberian Property Data, sistema de informação da Iberian Pro­perty que monitoriza a dinâmica de investi­mento em imobiliário de rendimento na Ibéria.

Embora o número de transações no merca­do português tenha aumentado em 2020 (83) face aos 68 negócios registados em 2019, o montante total investido acabou por decres­cer em termos homólogos anuais (-16%), face aos €3.430 milhões investidos em 2019, que foi o melhor ano de sempre para o inves­timento em Portugal. Daqui resultou que a dimensão média dos negócios comprimisse de forma expressiva entre os dois anos, pas­sando de €50,5 milhões em 2019 para €34,7 milhões em 2020, o que reflete uma quebra de 31% dos tickets alocados.

Fonte: Confidencial Imobiliário

5 maus hábitos em casa que o fazem perder dinheiro

Muitas vezes, achamos que já não há por onde poupar. Mas existem hábitos em casa que podem estar a interferir com o seu bolso mais do que pensa. Veja-os aqui:

1 – Gastar mais do que precisa

Seja em produtos de limpeza ou nas assinaturas que tem na televisão, pense bem se não está a gastar mais do que precisa. Utilize as quantidades recomendadas dos produtos de limpeza, para evitar excessos. Em relação à Netflix, HBO ou Amazon, usa-as assim com tanta frequência? Verifique também se o seu pacote de televisão e internet é a melhor oferta que pode ter.

2 – Tem os aparelhos em standby?

Sim, alguns eletrodomésticos têm de estar sempre ligados, como o frigorífico. Mas muitos outros não e, mesmo em standby, continuam a gastar. Desligue-os na tomada e comece já a poupar na fatura da luz.

3 – Janelas como suas aliadas

No verão, deixe as janelas fechadas nas horas de maior calor, para evitar usar ar condicionado. Durante a noite, abra-as para arejar a casa. No inverno, faça o contrário – aproveite as horas de luz para aquecer a casa.

4 – Regule a temperatura

As épocas de maior gasto são as dos meses mais frios e mais quentes, especialmente se tiver ar condicionado. Por isso, seja consciente no uso que dá a este aparelho e saiba usá-lo tanto para se refrescar como para aquecer a casa. Isto envolve usar o ar condicionado apenas nas divisões que estão a ser usadas e apenas durante um tempo controlado.

5 – Atenção à água

Com o passar do tempo, os cuidados com o gasto excessivo de água têm estando mais em voga (e ainda bem). Mas, ainda assim, muitas vezes gastamos mais do que é preciso. Pense se deixar a torneira aberta enquanto lava os dentes ou se precisa mesmo de passar a loiça por água antes de a meter na máquina. O ambiente e o seu bolso agradecem!

 

Empréstimos da casa estão mais baratos do que nunca

Hoje, as condições para aceder ao financiamento são mais vantajosas do que há 10 anos.

Os empréstimos da casa estão mais baratos do que nunca. A taxa de juro implícita no conjunto de contratos de crédito à habitação tem evoluído em trajetória decrescente desde setembro de 2020 e em abril atingiu um novo mínimo: 0,826%.

A redução das taxas de juros dos créditos habitação, tanta na oferta de taxa variável como na oferta de taxa fixa, tem sido regular. Atualmente, encontram-se empréstimos de taxa variável com spreads a partir de 0,95%, e de taxa fixa a partir de 1,40%, com bonificação (os mais comuns são a domiciliação de salário, contratação de seguro de vida ou multirriscos).

Estas condições mostram que os bancos querem captar novos clientes via crédito habitação, o que se traduz numa vantagem para quem necessite de financiamento para a compra de uma casa.

Estando reunidas as condições ideais para comprar casa com crédito habitação, há alguns fatores que deve ter em conta.

O primeiro é que os bancos que mais financiam estão dispostos a emprestar até 90%. Desta forma, é necessário ter algum extra para cobrir os 10% restantes, além dos impostos e despesas inerentes à compra de uma casa.

Depois, é importante encontrar os bancos e produtos que se enquadram às suas necessidades.

Precisa de ajuda? A H Imobiliária está aqui para isso. Fale connosco!

Preços das casas continuam a subir

Por dia, estão a ser transacionadas mais de 400 casas, uma dinâmica que está a manter os preços, apesar da pandemia.

O setor imobiliário tem sido um dos mais resilientes da economia portuguesa. Mesmo com a pandemia e a instabilidade económica, milhares de famílias estão a avançar para a compra de casa com recurso a crédito bancário. E com a procura a fluir e a oferta estabilizada, os preços das casas vão continuar a subir.

Dados avançados pela Confidencial Imobiliário mostram que no primeiro trimestre deste ano os preços da habitação subiram, em comparação homóloga, de “4% para o distrito de Lisboa, 6,5% para o distrito do Porto e 2,5% para o de Faro”.

“Existia uma expectativa de que o mercado iria sofrer um embate grande com a pandemia, mas a verdade é que isso acabou por não se confirmar. Tirando o segundo trimestre de 2020 em que houve uma redução de atividade ligada ao confinamento, as vendas recuperaram fortissimamente nos últimos trimestres”, sublinha Ricardo Guimarães, economista e diretor da Confidencial Imobiliário, empresa especializada em dados do setor.

Dados divulgados recentemente pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) relativos a 2020 mostram que foram vendidas 171.800 casas, um ritmo médio de cerca de 470 habitações por dia. E, apesar dos confinamentos terem provocado a redução no número de casas transacionadas, o acréscimo de valor das habitações na ordem dos 8,4% permitiu assegurar no ano de 2020 um volume de transações na ordem dos 26,2 mil milhões de euros, mais 2,4% que no ano anterior.

Portugal – Casa de estrangeiros felizes

Portugal é o 2.º destino onde os estrangeiros se sentem mais em casa e junta-se, assim, ao México (1.º) e à Malásia (3.º) no top 3.

Esta conclusão é retirada do estudo The Best & Worst Places for Expats in 2021, realizado pela plataforma InterNations, uma rede e guia líder para os estrangeiros em 420 cidades globais.

Mais de quatro em cada cinco estrangeiros em Portugal acham fácil sentirem-se em casa (83%) e acostumarem-se (82%) com a cultura local, e não têm dificuldade em estabelecerem-se no país (84%).

“No geral, tem tudo o que precisa”, afirma um cidadão da África do Sul sobre Portugal, refere a plataforma InterNations.

Portugal é ainda o lar de alguns dos estrangeiros mais felizes do mundo: 84% estão felizes com a sua vida em geral, em comparação com uma média global de 75%. Gozam de uma elevada qualidade de vida, classificando Portugal em 3º lugar entre 59 destinos neste índice.

De acordo com o estudo, os estrangeiros apreciam particularmente as opções de lazer locais (87% de respostas positivas comparativamente com 72% globalmente) e o clima e tempo ensolarado (90% face aos 66% globais).

Quase quatro em cinco (79%) também estão satisfeitos com as suas próprias atividades de socialização e lazer (em comparação com 67% universalmente).

Outros 96% descrevem o país como pacífico (face a 80% globais) e 97% sentem-se seguros (frente a 84% globalmente). “É um lugar seguro e tranquilo”, confirma um cidadão britânico ao InterNations. “É muito bonito, com boa comida, música, cultura e paisagens”, sustenta.

Três dicas essenciais para decorar um hall de entrada

O hall de entrada dá o mote de decoração para toda a casa, embora seja muitas vezes desvalorizado. Se pensarmos que é a primeira divisão que os nossos convidados veem e a que nos recebe em casa, não podemos negligenciar a sua decoração.

Por isso, hoje deixamos três dicas essenciais para decorar um hall de entrada.

Arrumação – O hall é a nossa entrada, onde nos calçamos, descalçamos, pousamos as chaves, o guarda-chuva, o casaco… arrumação nunca é demais! Escolha diferentes módulos de arrumação para manter a sua entrada organizada. Pode optar por prateleiras, armários, consolas, baús, caixas, etc.

Decoração – O hall de entrada pode ser decorado para dar continuidade ao interior da casa, criando uma ligação entre os espaços. Por outro lado, também pode optar por quebrar completamente e criar um espaço à parte. Pode usar espelhos, papel de parede com padrões originais, cabides, quadros… é tudo uma questão de gostos!

Espaço – Aproveitar o espaço é muito importante. Se tiver um hall grande e este servir apenas para entrada, pode dar-lhe a sensação de perder espaço em casa. No entanto, se otimizar o espaço e criar várias zonas dentro do mesmo, pode criar novos e agradáveis espaços – um escritório, um canto de leitura, uma pequena biblioteca…

Novas operações de empréstimos à habitação sobem para máximo desde janeiro de 2008

As novas operações de empréstimos para habitação aumentaram em março para os 1.382 milhões de euros, acima dos 999 milhões de euros do mês anterior e o valor mais elevado desde janeiro de 2008, divulgou na passada quinta-feira o Banco de Portugal.

De acordo com o BdP, nas novas operações de empréstimos a particulares para habitação, a taxa de juro média, em março, aumentou também 8 pontos base, para 0,84%, “e põe fim a uma cadeia de sete meses consecutivos de mínimos históricos”.

No ano passado, em março de 2020, as novas operações de empréstimos para a habitação totalizaram os 952 milhões de euros.

Também em alta, em março, estiveram as novas operações de crédito ao consumo, que subiram para os 390 milhões de euros, face aos 284 milhões de euros do mês anterior.

Os novos empréstimos para outros fins somaram 227 milhões de euros em março, mais do que os 190 milhões de euros de fevereiro, mas menos do que os 240 milhões de euros em março de 2020.

No crédito ao consumo e para outros fins, as taxas de juro médias foram de 6,45% (6,43% em fevereiro) e de 2,99% (3,20% em fevereiro), respetivamente, refere.

Fonte: Lusa