Cansado de teletrabalho? Siga estas 3 regras de ouro.

Estar farto de trabalhar em casa é muito normal e a desmotivação e desgaste emocional também. A fadiga pandémica é uma realidade. Por isso, hoje deixamos 3 regras de ouro de especialistas para ajudar a superar o cansaço.

Regra n.º 1 – Tirar o pijama

Esta é uma regra mesmo importante e é preciso não nos esquecermos dela. Teresa Freitas, diretora de talentos da EY, diz que é mesmo fundamental “definir horários e limites” dentro de casa, de forma a separar a vida pessoal e profissional. Devem manter-se as rotinas de higiene pessoal e muito importante: vestir uma roupa para trabalhar. “É mesmo proibido passar o dia em pijama”, refere.

“Devemos continuar a acordar à hora de sempre, mudar a roupa como se fossemos trabalhar e não estar a olhar para o telemóvel quando estamos a trabalhar”, frisa também Maria Pico-Pérez, neurocientista e investigadora da Escola de Medicina da Universidade do Minho (UMinho).

Regra n.º 2 – Postura

Com o teletrabalho e o confinamento é natural que nos mexamos menos durante o dia. A rotina de ida para o local de trabalho deixou de existir e, por isso, é muito importante encontrar uma forma de estar ativo, seja através de um pequeno passeio ou de exercício físico em casa.

Além disso, como passamos grande parte do dia sentados, é fundamental apostar numa boa secretária e numa boa cadeira, para evitar problemas físicos no futuro. Segundo Teresa Freitas, “a secretária deve estar virada para uma janela, onde se possa ver o exterior e com isso evitar o sentimento de estarmos fechados”.

Regra n.º 3 – Adaptar a casa

A maioria das casas não estava preparada para o teletrabalho e, em muito casos, aulas online em simultâneo. Com ou sem filhos, partilhar a casa (ou um espaço) na pandemia pode mesmo ser desafiante.

Por isso, ter uma divisão exclusivamente dedicada ao teletrabalho é o ideal, mas sabemos que nem toda a gente tem essa possibilidade. Uma solução é dividir os espaços ou criar subdivisões dentro da mesma divisão, refere Teresa Freitas.

Outro truque passa por utilizar “headphones” que isolam o barulho se tiver de trabalhar num espaço partilhado. Trabalhar no quarto não é a melhor opção, mas se tiver de fazê-lo, que nunca seja em cima da cama, uma vez que poderá tornar-se mais difícil desligar do trabalho na hora de dormir.

Fonte: Público

Espaço faz subir os preços das casas na pandemia

A procura por casas com mais espaço, tanto interior como exterior, está a impactar a evolução dos custos dos imóveis residenciais.

Os preços das casas, ainda que menos do que em anos anteriores, continuaram a aumentar em 2020 e a tendência de subida deverá manter-se este ano. A pandemia e os confinamentos trouxeram novas necessidades em termos habitacionais, gerando um aumento da procura por casas com mais espaço, interior e exterior. Esse é o fator que está a ter mais impacto na evolução dos custos dos imóveis residenciais.

As penthouses têm sido as rainhas deste período e tornaram-se 9,3% mais caras num ano. O preço por metro quadrado passou de 3121 € em dezembro de 2019 para 3411 € no final de 2020, evidenciando o interesse pelas comodidades destes apartamentos (boa divisão de espaços, permitindo melhor conciliação familiar com teletrabalho; terraços e vistas desafogadas).

Também o preço dos apartamentos em geral com terraço, moradias e quintas também aumentou – mais uma vez, tipologias que se distinguem por terem mais espaços ao ar livre e jardins. Os apartamentos com terraço tornaram-se 7,3% mais caros num ano. Nas moradias, o mesmo cenário, registando-se uma variação anual de 7%. As quintas também ficaram 6,2% mais caras, com o preço do m2 a subir de 1339 para 1422 € por m2.

“Desde o início da pandemia, percebemos que os preços no mercado residencial de venda não baixaram, pelo contrário, de um modo geral, subiram ligeiramente. A procura por imóveis com mais espaço, seja inteiro ou interior, aumentou consideravelmente, e os preços seguiram essa tendência crescente, especialmente quando analisamos imóveis com características específicas, como terraços e jardim. Analisar a procura é essencial para perceber as variações na oferta”, aponta Inês Campaniço, responsável do idealista/data em Portugal.

Fonte: Idealista/data

Dicas para aumentar e organizar o quarto das crianças

Para viver em espaço pequenos é preciso organização e algum engenho, principalmente quando falamos de quartos de crianças. Por isso, hoje deixamos-lhe algumas dicas para que o quarto dos seus filhos pareça mais espaçoso e se mantenha mais arrumado.

Mobiliário – Aposte em mobílias com dupla utilização, ou seja, cama com gavetas, cómoda com gavetas e espaço para arrumação de caixas, armário com prateleiras, etc. Utilize os cantos para eliminar espaços mortos e aumentar os espaços úteis.

Zona de estudo – Opte por uma mesa com gavetas, estantes, prateleiras, armários e mini gavetas. Para evitar o caos, tente que a estante ou as prateleiras tenham compartimentos fechados. Use também um cabide/gancho para que o seu filho possa colocar a mochila da escola, evitando que acabe no chão ou na cama.

Guarda-roupas – Aproveite o espaço para colocar um guarda-roupas grande e, de preferência, com profundidade. Se for do chão ao teto e tiver pelo menos dois módulos, permitirá ter bastante espaço para arrumação. Nas gavetas, use organizadores para que a roupa não fique rapidamente desarrumada.

Cores – Para dar uma sensação de amplitude, aposta nas cores claras, como o branco e o creme, tanto nos móveis quanto nas paredes.

Portugal continua no Top 5 dos melhores destinos para viver na reforma

No ranking dos melhores destinos do mundo para viver durante a reforma em 2021, Portugal continua no top 5, ocupando a 5.ª posição. Apesar de descer do primeiro lugar, ainda se encontra entre os melhores destinos.

O Índice Global de Reforma da International Living divulga anualmente os melhores países para os estrangeiros desfrutarem da reforma, no qual Portugal ficou no primeiro lugar no ano passado.

O índice anual classifica as principais localidades de reforma do mundo em 10 categorias, incluindo custo de vida, benefícios para aposentados, clima, saúde, habitação, entre outros.

O primeiro lugar este ano é ocupado pela Costa Rica, o segundo Panamá e México obtém o 3.º lugar do pódio. A 4.ª posição vai para a Colômbia, seguindo-se Portugal. O 6.º lugar é do Equador, o 7.º da Malásia, o 8.º vai para outro da Europa, a França, seguindo-se Malta e, a fechar o Top 10, o Vietname.

Portugal é considerado um excelente país pelas já habituais belezas naturais, clima, alguns dos melhores serviços de saúde do mundo, baixo custo de vida e segurança, mas também pelas pessoas. Neste índice, o acolhimento é uma das suas maiores qualidades. “Os portugueses são calorosos, simpáticos e saúdam a todos com beijos nas duas faces. Como o inglês é ensinado nas escolas, muitos portugueses falam um pouco de inglês, o que torna a aposentadoria aqui um pouco mais fácil”.

De norte a sul do país, são muitas as propostas para quem pretende viver em Portugal. O Índice revela todas as vantagens de se viver neste aqui. “Não é de admirar que Portugal tenha liderado as listas dos melhores lugares para se aposentar ao longo dos anos. Este minúsculo país no canto sudoeste da Europa tem algo para todos“.

Fonte: Diário Imobiliário

Quer saber quanto vai pagar de IMI este ano?

Este ano, o IMI vai baixar em 80 autarquias. Se quer saber se é o seu caso, o Doutor Finanças, empresa especializada em finanças pessoais e familiares, ajuda com o novo Simulador de IMI para 2021.

Todos os que têm casa própria, a partir de abril, começarão a ser notificados para pagar o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI). Através deste simulador, é possível saber exatamente quanto se vai pagar de IMI este ano, quando e como se poderá fazer.

“Este ano, várias Câmaras Municipais decidiram reduzir o imposto que cobram aos seus municípios. Ainda assim, o valor do IMI representa uma fatura considerável. Para ajudar as famílias a perceberem com o que é que têm de contar, lançámos o simulador de IMI. Assim, as famílias podem calcular quanto vão pagar de IMI e saber se podem dividir o valor em prestações, podendo assim prepararem-se financeiramente”, disse Rui Bairrada, CEO do Doutor Finanças.

O IMI é uma taxa cobrada pelas Câmaras Municipais e incide sobre o valor do imóvel registado na Autoridade Tributária, ou seja, sobre o Valor Patrimonial Tributário (VPT). A taxa a aplicar pode variar entre 0,3% e 0,45% no caso dos prédios urbanos, podendo, em casos específicos, chegar aos 0,5%. Se em causa estiver um prédio rústico a taxa é igual para todos: 0,8%.

O valor do IMI pode ainda sofrer uma redução, uma vez que existem autarquias que concedem deduções por agregado familiar, que variam entre os 20 euros, no caso de haver um filho, e os 70 euros, no caso de haver três ou mais filhos. No simulador, pode também perceber se será necessário pagar o valor do IMI todo de uma só vez ou se podemos dividi-lo (e de que forma).

Fragrâncias para casa que o seu cão gosta

Os cães conhecem o Mundo através do seu olfato muito desenvolvido. Aproveitando o Dia do Animal de Estimação, celebrado a 20 de fevereiro, conheça aqui exemplos de fragrâncias que o seu cão vai adorar sentir na sua casa.

Os cães possuem cerca de 150 a 300 milhões de células olfativas, enquanto os humanos têm apenas 5 milhões. Odores que para nós são repugnáveis, podem trazer imensa informação aos nossos amigos de quatro patas. Por outro lado, aromas que para nós são suaves, para eles podem ser extremamente intensos e desagradáveis.

Os cães possuem ainda uma memória olfativa muito desenvolvida, sendo capazes de reconhecer locais e pessoas apenas pelo cheiro.

Por estes motivos, é aconselhável utilizar fragrâncias para a casa suaves e discretas. Para os cães, o aroma é sentido de forma diferente e deve ser também agradável, por isso, devem ser evitadas fragrâncias com elevado teor em álcool ou outras substâncias que possam causar irritação.

Seguem alguns exemplos de cheiros que ajudam os patudos a acalmar e relaxar:

– Alecrim
– Camomila
– Cardamomo
– Frutos vermelhos
– Lavanda

Vai experimentar?

Fonte: Barkyn

Já poupa com o desafio das 52 semanas?

Já entrámos no segundo mês do ano e a sua poupança ainda não começou? Então este artigo é para si!

Para quem não conhece o desafio das 52 semanas, é uma estratégia de poupança que chega aos 1.378 € num ano.

O plano baseia-se no número de semanas que existe num ano (por isso, há que recuperar o mês que já passou).

Pode criar a sua própria tabela, mas, na versão mais usada, o número de cada semana é igual ao valor a poupar, ou seja, na primeira semana coloca 1 € no mealheiro, na segunda 2 €, até chegar à última, em que coloca 52 €.

O mais importante acaba por ser usar uma tabela para ir registando as poupanças semanais e os totais, funcionando como um estímulo para manter o ritmo ou até reforçar, se quiser.

Se pesquisar na internet, encontra imensas tabelas já feitas, que pode adaptar ao seu caso ou usar tal como sugerido.

Programa Edifícios + Sustentáveis reforçado em €4M

O programa Edifícios + Sustentáveis esgotou o seu plafond para 2020, e deverá contar agora com um reforço orçamental de 4 milhões de euros.

Concluído a 31 de dezembro, o programa Edifícios + Sustentáveis esgotou a sua verba de apoio de 4,5 milhões de euros, somando à data 6.996 candidaturas.

Em comunicado, o Governo esclarece que destas, 890 foram pagas já em 2020, correspondendo a 1,75 milhões de euros, e que “todas as candidaturas submetidas até 31 de dezembro (desde que validadas de acordo com as regras do Programa), serão apoiadas através do reforço de verba do FA para este programa, que se estima ser de 4 milhões de euros”.

No mesmo documento, o Governo informa que o Fundo Ambiental executou as suas verbas em 99,9% em 2020, num total de 569,8 milhões de euros, “o maior valor aplicado em matéria de ambiente, em termos absolutos e relativos”. Em 2019, o valor executado foi de 387,6 milhões de euros.

Novo programa de apoio abre candidaturas em março

Já no início de março, deverão abrir as candidaturas ao novo programa de melhoria da eficiência energética das habitações que o Governo está a preparar, conforme anunciou o Fundo Ambiental em dezembro. Este programa conta já com verba proveniente do Plano de Recuperação e Resiliência.

Em comunicado, o Fundo Ambiental esclarece que “as despesas em que tenham incorrido os interessados em concorrer serão elegíveis ao abrigo do novo programa, razão pela qual deverão guardar as faturas/recibos relacionadas com essas despesas”.

Fonte: Exame

3 tendências de decoração para 2021

Se está por casa, esta pode ser uma boa oportunidade para pôr em prática algumas dicas de decoração para torná-la mais funcional e aprazível.

Elementos naturais

Em 2021, uma das tendências é trazer a natureza para dentro de casa, através do recurso a objetos naturais. Pode utilizar desde plantas interiores, pedras, elementos cerâmicos, ramos, etc.

Pontos de cor

A procura por objetos mais naturais e tons claros continua a ser uma grande tendência, mas é importante introduzir alguns pontos de cor em diversos elementos, tais como almofadas, quadros, cortinas, tapetes ou pequenos apontamentos nas paredes. Já conhece as cores tendência de 2021?

Pontos decorativos

Menos é mais’ – esta premissa continua a ser uma das preferidas na decoração de muitos. Perante este minimalismo, opte por destacar objetos decorativos diferenciadores. Uma tendência para a decoração de 2021 passa pelo uso de espelhos, candeeiros, quadros, jarras, relógios e tapeçarias.

Juros do crédito à habitação descem para novo mínimo

As taxas de juro implícitas do crédito à habitação voltaram a cair em dezembro, pelo quarto mês consecutivo, para um novo mínimo.

Os números divulgados esta semana pelo INE mostram que, no total de 2020, a taxa de juro média anual para o total do crédito à habitação se fixou nos 0,957%, valor que compara com os 1,060% de 2019, e com os 2,399% de 2011.

Em dezembro, a taxa de juro implícita do crédito à habitação desceu para os 0,897%, menos 2,1 pontos base face ao mês anterior.

Em relação ao destino de financiamento de aquisição de habitação, o mais relevante do conjunto do crédito à habitação, a taxa de juro implícita para o total dos contratos desceu para 0,915%, menos 2,2 pontos base face a novembro.

Na totalidade dos contratos, o valor médio da prestação desceu 1 euro para os 227 euros. Deste valor, 19% diz respeito ao pagamento de juros, e 185 euros ao capital amortizado.

Nos contratos celebrados nos últimos três meses, o valor médio da prestação desceu 3 euros, para os 294 euros.

Em 2020, a taxa de juro média anual implícita nos contratos de crédito à habitação fixou-se nos 0,957%, 10,3% inferior à taxa registada em 2019.

Fonte: Vida Imobiliária