Preços das casas subiram 10,3% no primeiro trimestre de 2020

Os preços das casas registaram uma subida de 10,3% no primeiro trimestre de 2020, de acordo com os dados do Índice de Preços da Habitação (IPHab) divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) no final do mês de junho.

Em termos homólogos, este crescimento foi de mais 1,4 pontos percentuais (p.p.) do que no trimestre anterior. No período em análise, os preços das habitações existentes aumentaram a um ritmo superior ao das habitações novas, 10,6% e 8,9%, respetivamente.

Face ao trimestre anterior, o IPHab verificou uma subida de 4,9% (0,7% no quarto trimestre de 2019). O aumento dos preços foi registado em ambas as categorias das habitações tendo sido mais expressivo no caso das novas residências (6,0%) por comparação com as existentes (4,7%).

Nos primeiros três meses de 2020 foram transacionados 43.532 alojamentos, no valor de 6,8 mil milhões de euros, dos quais 5,4 mil milhões corresponderam a transações de habitações existentes e 1,4 mil milhões a habitações novas, o que correspondeu a taxas de variação homóloga de -0,7% e + 10,4%, respetivamente.

Fonte: Jornal Económico

Decoração com almofadas

Aliar conforto e decoração pode não parecer a tarefa mais fácil, mas há uma palavra que resolve: almofadas!

Muitas vezes, não lhes damos a devida importância, mas as almofadas conseguem conceder personalidade e vida a um espaço.

Há escolhas para todos os gostos, do clássico ao moderno, do casual ao informal, do excêntrico ao minimalista.

Só em termos de formatos, as opções são imensas. Pode optar pelos comuns ou por almofadas redondas, triangulares, em forma de estrela, etc. Além disso, existe uma infinidade de cores, desenhos e padrões à escolha.

Se preferir uma solução permanente e tiver um espaço decorado com cores neutras, aposte em almofadas de cor sólida e forte, misturadas com algumas de padrões ou estampagens. Se é daqueles que gosta de adaptar a decoração à época ou estação do ano, verá que ao variar consegue dar um novo ambiente à sua casa com muita facilidade.

Lembre-se também que pode facilmente inovar, trocando as almofadas de sítio, por exemplo, entre a sala e o quarto, ou simplesmente mudando as capas. É só escolher o que mais lhe enche as medidas!

Investidores têm mais de 7 000 milhões de euros para aplicar em Portugal

As intenções de investimento dos investidores somam mais de 7 000 milhões de euros, prontos para adquirir imobiliário comercial em Portugal.

Os números são revelados num inquérito realizado pela Cushman & Wakefield (C&W) junto de mais de meia centena de investidores imobiliários, para entender o impacto da pandemia em Portugal nas intenções de investimento, nos mercados de ocupação e nos níveis de preços para as diferentes classes de ativos imobiliários.

Os resultados são positivos e provam a confiança na liquidez do mercado. Além disso, mostram que os investidores têm ainda cerca de 3 000 milhões de euros previstos em vendas num futuro próximo.

Segundo a C&W, apesar da pandemia, os investidores continuam interessados na aquisição de escritórios e residências de estudantes, mas ganham relevância os setores da logística, residencial de rendimento e saúde.

No estudo, a consultora destaca que “os investidores estão, em grande parte, ativos e operacionalmente preparados para fechar negócios, e não antecipam descontos significativos. Acreditam que o mercado vai manter-se dinâmico, mas sujeito à disponibilidade da oferta. Esta é uma boa notícia que fica evidente com este inquérito”.

Fonte: Vida Imobiliária

Formas simples de dar mais vida à sua casa

É preciso menos do que pensa para decorar a sua casa de forma diferente e dar-lhe mais personalidade. Pequenos pormenores como plantas, caixas, pontos de cor e mudança de mobiliário de sítio podem fazer a diferença sem gastar muito dinheiro.

– Aproveite itens de decoração, como caixas de presentes, livros e revistas. Ao colocá-los em cima de mesas e móveis, faz com que eles passem a ser objetivos decorativos.

– Mude a disposição dos móveis, troque armários e estantes de sítio e verá que sente logo que está numa casa diferente.

– Dê vida às suas paredes com fotografias, posters, molduras, desenhos, ilustrações, cartas, etc. Também pode usar os clássicos quadros de cortiça para este propósito.

– Organize as divisões por cor, de forma a torná-las mais personalizadas e dar-lhes destaque. Para saber o significado das cores na decoração, clique aqui.

Quero pedir um crédito habitação. E agora, preciso de que documentos?

Para pedir um crédito habitação, existem diversos documentos que podem ser solicitados à medida que o processo vai avançando. No entanto, cada caso é um caso, e nem todos estes documentos podem ser necessários ou também poderão solicitar-lhe outros.

Em primeiro lugar, na fase de análise e pré-aprovação do crédito, precisa de:

– Fotocópia do documento de identificação legível e atualizado;
– Última declaração de IRS e respetiva nota de liquidação;
– Declaração de rendimentos;
– Declaração de vínculo contratual (emitida pela entidade patronal);
– Recibos verdes dos últimos 6 meses;
– Recibos de vencimento dos últimos 3 meses;
– Extrato bancário dos últimos 3 meses;
– Nota de liquidação de IRS do ano anterior;
– Declaração de início de atividade (se aplicável);
– Mapa de Responsabilidades do Banco de Portugal;
– Comprovativo de morada.

Caso precise de fiadores, também será necessária toda a documentação referente aos mesmos.

Depois, na fase de avaliação, precisa de:

– Caderneta predial;
– Certidão de teor do imóvel;
– Certificado energético;
– Plantas do imóvel.

Por fim, para a fase de concessão do crédito e marcação da escritura, precisa também de apresentar a licença de utilização e o direito de preferência.

Como cada caso é um caso, fale connosco para saber o que diz respeito ao seu.

Dicas para uma mudança de casa tranquila

Uma mudança de casa é, muitas vezes, um motivo de celebração e, ao mesmo tempo, um motivo de stress, pela arrumação que implica. Por isso, hoje ajudamos com algumas dicas para que o processo seja mais tranquilo.

1. Organização – Ao arrumar os itens da casa antiga, faça-o por categorias e aproveite para se livrar daquilo que já não precisa. Utilize caixas de papelão, as grandes aliadas de qualquer mudança. Não se esqueça de colocar as peças mais pesadas no fundo, e tente equilibrar o peso, para que o transporte não seja tão difícil. Quanto aos itens mais frágeis, como loiça, objetos decorativos, vidros, etc., embale-os em plástico-bolha e sinalize “Frágil” na caixa, para que exista um cuidado extra.

2. Limpeza – Faça uma limpeza completa à nova casa e aproveite para pintar as paredes ou fazer um tratamento ao pavimento, se for preciso. Deixe a casa pronta a recebê-lo.

3. Planeamento – Pense, com antecedência, onde vai colocar os seus objetos. Certifique-se de que cada caixa tem a indicação do compartimento para onde deve ir. Isto vai ajudar imenso durante a mudança, porque fará com que as caixas não se acumulem todas no mesmo sítio.

4. Transporte – Na hora de contratar um serviço de mudanças, peça referências e vários orçamentos. Não pense sempre em optar pelo mais barato, examine o melhor custo-benefício para o serviço que pretende.

5. Arrumação – Quando chegar a altura de arrumar tudo o que está dentro das caixas, verá que o planeamento e a organização por categorias são uma mais-valia. Por exemplo, comece por arrumar todos os livros, só depois as peças decorativas e por aí em diante. Faça tudo a seu tempo, não tenha pressa, a arrumação de uma casa nova pode demorar horas ou até dias. Mas aproveite o processo para deixar tudo como quer, com toda a tranquilidade possível.

Foram vendidas cerca de 45 mil casas em Portugal no primeiro trimestre do ano

Este número representa uma quebra de 5% face às cerca de 47 350 unidades transacionadas no trimestre anterior, de acordo com as projeções da Confidencial Imobiliário.

No primeiro trimestre de 2020 terão sido vendidas cerca de 44 850 casas em Portugal (Continental), o que representa uma quebra de 5% face às cerca de 47 350 unidades transacionadas no trimestre anterior, de acordo com as projeções da Confidencial Imobiliário a partir dos dados reportados ao SIR-Sistema de Informação Residencial publicados a 30 de abril.

Em termos de regiões, Área Metropolitana de Lisboa (AML) registou um terço das vendas (33%), num total de 14 730 casas transacionadas, enquanto a Área Metropolitana do Porto (AMP) verificou 15%, com cerca de 6 640 casas vendidas. A região Centro concentrou 23% das vendas trimestrais (aproximadamente 10 370 fogos), seguida do Norte (14%, cerca de 6 220 fogos), Algarve (9%, cerca de 4 155 fogos vendidos) e Alentejo (6%, cerca de 2 730 fogos).

No período em análise, o preço médio de venda das casas no país atingiu os 1 734 euros/m², valor superado pela Área Metropolitana de Lisboa, que transacionou em 2 222 euros/m², e pelo Algarve, com vendas a 1 799 euros/m².

Na Área Metropolitana do Porto, as casas foram vendidas a um preço médio de 1 495 euros/m² no primeiro trimestre de 2020. De resto, apenas o Alentejo apresentou preços acima dos 1 000 euros/m² (1 097 €/m²), com a região Centro a transacionar a 945 euros/m² e o Norte a 855 euros/m².

Fonte: Jornal Económico

Crise já provocou uma descida na avaliação bancária de março

Pela primeira vez em quatro anos, no passado mês de março, a avaliação bancária desceu um euro, para 1110 euros por metro quadrado, segundo os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

De acordo com INE, este valor representa uma descida de 0,1% relativamente a fevereiro e um aumento de 10,3% face ao mesmo mês do ano anterior.

“A informação deste destaque, respeitante a março, já deverá refletir parcialmente efeitos da pandemia Covid-19, quer no comportamento do índice de preços, quer na quantidade de informação primária disponível para compilar o índice”, refere o instituto.

A nível regional, a maior descida foi observada no Alentejo (-1,7%).

Em comparação ao mesmo período do ano anterior, o valor mediano das avaliações cresceu 10,3% e a taxa de variação mais elevada verificou-se na Área Metropolitana de Lisboa (12,1%), com a menor foi registada no Alentejo (1,8%).

No mês em análise, o valor mediano de avaliação bancária de apartamentos foi 1209 euros por metro quadrado, aumentando 11,7% relativamente ao mês homólogo, enquanto o valor mediano da avaliação bancária das moradias foi de 923 euros por metro quadrado, o que representa uma subida de 5,1% em relação mesmo mês do ano anterior.

Fonte: Lusa

Papel de parede – qual escolher?

A escolha do papel de parede pode ajudar a transformar um espaço, tanto dando-lhe uma vida nova, como fazendo com que pareça maior, mais claro, mais aconchegante…

Para fazer a escolha certeira, há que ter alguns aspetos em consideração para os diferentes compartimentos:

Quarto – O papel ideal para este tipo de ambiente é o vinílico, uma vez que a lavagem é muito mais prática e acumula menos pó que outros materiais. Também pode ser utilizado o tradicional, se for para paredes lisas, já que não é o ideal para esconder imperfeições.

Sala – Para uma sala, o ideal é ter papel apenas numa parede, para deixar o ambiente leve e original. Quanto à escolha do material, neste caso também é interessante optar pelo papel vinílico, principalmente se receber muitas visitas ou se tiver animais de estimação.

Cozinha – Opte por aplicar o papel em apenas meia parede ou escolha uma só parede para a qual pretende chamar a atenção. Em relação ao tipo de papel, o de azulejos decorativos é uma opção cada vez mais popular. Evite papéis de celulose, que não respondem tão bem à humidade causada pelo vapor ao cozinhar.

Casa de banho – Por ser um local com bastante humidade, o papel vinílico, o papel TNT (Tecido Não Tecido) e o papel de azulejos decorativos são as melhores opções, uma vez que resistem bem à humidade.

– Outros – O limite é a sua imaginação, e a sua casa deve refletir a sua personalidade. Se gosta de arriscar, porque não apostar também em papel de parede para outros locais da casa, como varandas ou escadas? Nestes locais, o papel tradicional pode ser uma boa opção.

Procura para compra de moradia acelerou em tempo de Covid-19

A procura por moradias para compra cresce 14% em Portugal entre a primeira e segunda quinzena de Março, enquanto a procura por compra de apartamentos caiu 24%, segundo um estudo realizado pela plataforma Imovirtual.

Com base em dados disponíveis no Portal, este estudo analisou o comportamento dos seus utilizadores no contexto das restrições impostas pela Covid-19, desde que foi decretado o Estado de Emergência em Portugal.

O Imovirtual revela que registou sinais de retoma do tráfego durante a última semana (30 de março a 5 de abril), sobretudo, em comparação com a semana anterior (23 a 29 de março). Na segunda quinzena de Março a percentagem de páginas visualizadas relativas à oferta de moradia para venda, aumentou 14% face à primeira quinzena de Março.

Neste período, indica ainda que a procura de moradias aumentou, sobretudo nas regiões de Braga (19%), Faro (13%) e Porto (11%).

Quanto aos apartamentos para venda a procura já vai no sentido contrário. A percentagem de visualizações de páginas relativamente a apartamentos para venda diminuiu 23,6%. Ao analisar por região temos Faro (-30%), Lisboa (-24%) e Porto (-23%) como os TOP3.

A plataforma teve ainda um crescimento de 9% no número de utilizadores totais e de 11% tanto em novos utilizadores como em número de visitas ao portal.