Como decorar sem gastar muito dinheiro? Paletes!

Nos últimos anos, a reciclagem de materiais para mobiliário tem estado muito em voga e uma das maiores tendências tem sido os móveis feitos de paletes.

O potencial decorativo das paletes é enorme, seja para o exterior como para o interior. Além disso, possibilita ainda que faça o seu próprio mobiliário sem gastar muito dinheiro, aliás, gastando muito pouco.

Para isso, é preciso ter alguns cuidados com as paletes. Primeiro, é importante tratá-las, isto é, lixá-las e retirar quaisquer farpas e pintar ou envernizar, de forma a garantir a qualidade, estética e durabilidade das mesmas.

Depois, é só escolher o que quer fazer com elas. No quarto, pode criar uma cama e mesas-de-cabeceira (cortando paletes ao meio ou em quatro, consoante o tamanho pretendido), ou pode simplesmente fazer uma cabeceira para a cama. Já na sala, pode optar por móveis, bancos, estantes, etc. Por fim, no jardim, a imaginação é o limite. Pode criar hortas verticais, móveis para o jardim, cadeirões e sofás, ou simplesmente peças de decoração. E não se esqueça, coloridas ou no seu estado natural, não há por que não arriscar.

E aí por casa, quem já decora com paletes?

6 dicas essenciais para comprar um terreno

Com o crescimento do mercado imobiliário, a procura de imóveis tem aumentando, mas não só. Também a compra e venda de terrenos tem tido tendência para aumentar.

A compra de um terreno concede diversas opções para o proprietário, ao contrário de um imóvel construído e finalizado. Mas, para tal, é importante não esquecer algumas dicas:

  1. Tamanho do lote – Em primeiro lugar, decida qual o tamanho do terreno que necessita ou quer comprar, de acordo com o projeto que tiver para ele. Isto porque se for demasiado pequeno, pode ter problemas com a construção, e se for demasiado grande, pode ter dificuldades com a utilização do espaço, manutenção, além de mais impostos.
  2. Preço – Informe-se sobre o valor médio dos terrenos na zona onde pretende adquirir. O valor do terreno pode contribuir para a maior ou menor rentabilidade deste. É muito importante também informar-se sobre a própria zona, pois cada uma tem as suas características que podem influenciar o valor, assim como a envolvência, acessos, locais próximos e possíveis planos de expansão.
  3. Qualidade do solo – Escolher um terreno com um bom solo é o primeiro passo para um processo de construção mais tranquilo e para saber o que pode fazer com o terreno. Por isso, aconselhe-se com um profissional para identificar as propriedades do solo, como a sua qualidade, a topografia, desníveis, encostas, proximidade de águas, etc.
  4. Posição ao sol – Se pensarmos que uma construção, idealmente, fica virada para nascente, é importante analisar o terreno com isso em vista. Além disso, o sol pode influenciar a utilização de energia elétrica, a preservação dos móveis e até mesmo o conforto.
  5. Utilização – Antes de comprar um terreno, não se esqueça de ver o que é possível fazer com ele, ou seja, a sua classificação a nível municipal, uma vez que pode estar a adquirir um terreno onde não é permitida a construção.
  6. Documentação – Por fim, nunca se esqueça de confirmar que o terreno está em conformidade com a lei, porque, se não se encontrar legal, os custos e burocracias serão muito piores.

Casas compradas a crédito podem ser arrendadas sem restrições

Com a alteração à lei em 2019, casas compradas a crédito podem ser arrendadas sem restrições e sem risco de agravamento das condições de empréstimo.

Até então, excetuando algumas situações extraordinárias, o arrendamento de casas a terceiros possibilitava ao banco renegociar as condições contratuais, como o spread ou a duração do empréstimo. Com a entrada da nova lei, foi eliminada essa possibilidade de renegociação, mas há alguns requisitos a cumprir.

Em primeiro lugar, os contratos de arrendamento têm de mencionar que existe uma hipoteca em garantia de um crédito, “cuja finalidade é financiar a aquisição, a realização de obras ou a manutenção de direitos de propriedade sobre habitação própria permanente do consumidor”.

É ainda obrigatório “o arrendatário depositar a renda na conta bancária associada ao empréstimo”. “O incumprimento de qualquer um destes requisitos permite ao banco dar início a um processo de reanálise do contrato do empréstimo”, explica o advogado José Gaspar Schwalbach à agência Lusa.

Se já tiver um contrato de arrendamento realizado e não mencionar que se encontra hipotecado, pode ser feita uma retificação do mesmo. Em vez de uma adenda, a solução consiste em fazer um novo contrato, retificando o anterior, com referência expressa à data de início da sua celebração para, desta forma, proteger a manutenção das condições do empréstimo bancário.

Senhorios podem entregar declaração de redução do IMI até 15 de fevereiro

O período para entrega da declaração de redução do IMI foi alargado para permitir que possam ser abrangidos todos os proprietários que preencham os requisitos.

Os senhorios que pretendam aderir ao regime especial que limita o valor do IMI, impedindo que este supere o rendimento das rendas, vão poder apresentar a declaração de rendas até 15 de fevereiro de 2020.

“Considerando a proximidade do prazo previsto no artigo 15.º-N do Decreto-Lei nº 287/2003, na sua redação atual, foi assinada e já enviada para publicação em Diário da República (DR) uma portaria que prevê que a participação de rendas relativa ao ano de 2019 deve ser apresentada entre 01 de janeiro e 15 de fevereiro de 2020”, disse fonte oficial do Ministério das Finanças, citado pela Lusa.

À agência, o presidente da Associação Nacional de Proprietários (ANP), António Frias Marques, afirmou terem chegado a esta associação vários casos de senhorios que não estavam a conseguir apresentar a declaração de rendas por não estar ainda disponível a necessária aplicação informática.

Além disso, o responsável considera que alguns dos requisitos continuam a causar entraves no acesso ao benefício, como é o caso da exigência de que a participação seja acompanhada de cópia do recibo de renda ou canhoto desse recibo relativo aos doze meses anteriores à data da apresentação da participação.

Preço das casas em Portugal está a crescer mais que os salários

Portugal é o segundo país com maior diferença entre a evolução do custo das casas e o rendimento das famílias, sendo ultrapassado apenas pela Irlanda.

Entre 2013 e 2018, um período de cinco anos, o preço das casas em Portugal cresceu a um ritmo médio acumulado 32% mais elevado que o rendimento de uma família média de dois adultos com salário médios e dois filhos a seu cargo.

O estudo foi efetuado pelo economista Eric Dor, da Escola de Negócios IÉSEG da Universidade Católica de Lille, em França. Estes resultados permitiram perceber a evolução do poder de compra imobiliário dos habitantes de um país.

“Para avaliar se a aquisição de uma habitação se tornou demasiado onerosa num determinado país, tendo em conta o orçamento dos agregados familiares, convém comparar o aumento dos preços face ao dos rendimentos”, explica o estudo do IÉSEG, citado pelo Dinheiro Vivo.

Assim, concluiu-se que a diferença entre a taxa de crescimento dos preços das casas e a taxa de crescimento dos rendimentos líquidos de uma família típica é de 60,04% na Irlanda, 32% em Portugal e 27,86% na Suécia.

Um olhar sobre 2019

Há quem afirme que se deve ter os olhos postos no futuro e parar de olhar para o passado. Mas nós acreditamos que é a olhar para o passado que aprendemos e conseguimos construir um futuro ainda melhor.

Podemos estar no mercado da Figueira há 19 anos, mas temos consciência de que cada ano é único, e agradecemos todos os dias pela confiança que nos trouxe até aqui.

Por isso, queremos novamente agradecer a todos os que estiveram do nosso lado ao longo deste ano, aos nossos colaboradores, parceiros, clientes e amigos. Parabéns e obrigado por este excelente ano.

A angariação é uma parte muito importante da atividade de consultor imobiliário. Afinal, não há vendas se não houver imóveis para vender! 😉 O ano de 2019 foi um ano recorde para a nossa equipa. Angariámos mais do que nunca.

Outros números que nos deixam muito satisfeitos são os relativos às vendas e, acima de tudo, às vendas que apelidamos de Super Rápidas. Sim, foram muitos os imóveis que vendemos em menos de 30 dias. Este é um dos indicadores que queremos continuar a trabalhar e aumentar em 2020.

O ano de 2019 foi mais um ano cheio de luta, persistência e muito amor por aquilo que se faz. Obrigado a todos! Este ano, cá estaremos novamente para ajudar todos os que querem vender ou comprar casa na Figueira.

Resoluções para 2020

Ano novo, vida nova, mas os mesmos problemas de sempre?

Todos os anos, enquanto comemos as 12 passas e brindamos com o copo de espumante à meia-noite, decidimos que a nossa vida vai mudar em algo. O que muitas vezes já está esquecido no dia seguinte.

Sabe quais são as 10 resoluções mais comuns?

1. Perder peso/ir ao ginásio

2. Deixar de fumar

3. Mudar de trabalho

4. Poupar mais

5. Ler mais

6. Aprender algo novo

7. Passar tempo de qualidade com a família

8. Viajar mais

9. Fazer voluntariado

10. Estar mais atento à saúde

Quantas destas já fez e quantas deixou de parte passado pouco tempo? A verdade é que a chegada de um novo ano traz sempre consigo uma grande expetativa e também pressa em mudar, mas muitas vezes criam-se metas irreais que acabam por ser facilmente colocadas de parte, porque se ignora o tempo e os recursos necessários para a sua execução.

Por isso, este ano, aconselhamos que trace metas alcansáveis. Pense na sua situação, no seu tempo, e entenda que as pequenas mudanças são as mais simples de manter e que pedir ajuda é sempre importante.

Por exemplo, se a sua resolução for perder peso, consulte um nutricionista e saiba que tem de ser paciência, os resultados não surgem de um dia para o outro. Já se for deixar de fumar, consulte um médico, farmacêutico ou especialista. Não há vergonha em ter alguém a guiá-lo nesse processo.

Seguindo este pensamento, a H também quer fazer algumas pequenas resoluções:

  1. Sorrir todos os dias – Seja logo pela manhã, ou só depois do café, comprometemo-nos a sorrir.
  2. Pedir sempre feedback – O que os nossos clientes dizem de nós depois de terem uma experiência de compra ou venda connosco é muito importante. Seja para percebermos o que estamos a fazer bem (para continuarmos a fazê-lo) ou o que devemos melhorar. Para isso, precisamos da sua ajuda!

Sabe como poupar na compra da sua casa?

Se está a pensar comprar casa, existem algumas formas de poupar, tomando decisões responsáveis e conforme o seu orçamento familiar.

Em primeiro lugar, é importante pensar a longo prazo, ou seja, ter em conta possíveis alterações no emprego, no vencimento, despesas e necessidades da família, saúde, etc. Pensar desta forma irá ajudar a tomar a decisão de investir numa casa útil para todos, que evite despesas acrescidas no futuro.

Na hora de comprar a casa, e se for necessário financiamento, é importante pedir várias simulações, compará-las e negociá-las e conhecer o valor dos spreads dos diversos bancos. Atenção, as prestações de crédito não devem representar mensalmente mais do que 35% do seu rendimento.

Se a vida não correr pelo melhor e surgirem imprevistos, saiba aqui como evitar perder a casa em caso de incumprimento do crédito à habitação.

Além dos juros, pode também negociar os produtos normalmente associados, como os seguros de vida e multirriscos habitação, cada vez mais frequentes.

Em relação ao seguro de vida, convém pedir uma simulação da prestação com o seguro proposto pelo banco e outra sem incluir o valor do seguro. Isto porque tem a alternativa de contratar um seguro temporário anual e renovável, válido por um ano e que se renova automaticamente por iguais períodos, até que uma das partes o termine. É tudo uma questão de fazer contas.

Por fim, lembre-se das despesas inerentes da compra de uma casa, como os prémios dos seguros, possíveis despesas com o condomínio, IMI, etc. Quanto mais preparado estiver, e mais conseguir poupar de antemão, melhor será para o seu orçamento familiar e para o seu bem-estar.

Quer produzir e partilhar energia solar com os seus vizinhos?

As novidades chegam já no virar do ano – a partir de 1 de janeiro de 2020, quem produzir energia solar já vai poder partilhá-la com os vizinhos.

Até agora, só era possível o autoconsumo individual, mas a nova lei vem agora permitir aos consumidores organizarem-se em comunidade para produzir eletricidade a partir de fontes renováveis com o objetivo de consumo, partilha, armazenamento e venda de excedentes.

O diploma, já publicado em Diário da República, pretende que Portugal concretize as metas definidas no âmbito do Plano Nacional de Energia-Clima (PNEC) para 2021-2030, ou seja, alcançar uma quota de 47% de energia vinda de fontes renováveis no consumo final bruto em 2030, assim como reduzir o preço do consumo de eletricidade para quem adira ao autoconsumo.

O documento acrescenta ainda que a ideia é garantir uma “maior eficiência do ponto de vista energético e ambiental, e assegura-se que as oportunidades de transição energética (ex. custos do sistema elétrico nacional) são partilhadas de forma justa e imparcial, tanto por empresas como por cidadãos interessados em participar, sem subsídios públicos.

Tapetes: Sim ou Não?

Sim, claro que sim! Já lá vai o tempo em que a decoração da casa tinha limites. Agora, o que está na moda é misturar formas, cores e padrões, e os tapetes não são exceção.

Sabemos que pode não parecer tarefa fácil incorporar um tapete na decoração de uma casa, mas com algumas dicas, verá que só vai acrescentar charme e personalidade ao seu espaço.

Primeiro, já sabe, pode sempre jogar com cores e padrões, consoante o sentimento que pretender que a sua casa transmita.

Sabe qual o significado das cores na decoração?

Depois, também pode jogar com as próprias formas. Pode cobrir o chão todo com vários tapetes, colocar um tapete pequeno em cima de um móvel, ou até mesmo um tapete redondo por baixo de uma mesa quadrada. Por que não?

Um tapete pode ser usado como peça central de um compartimento, junto de uma parede a marcar um recanto de leitura ou de trabalho ou até para separar divisões.

Experimente, não se vai arrepender!