3 questões fundamentais para gerar ideias

O que é preciso para dar ideias?

Quando se fala em dar ideias, em ser criativo, a tendência natural é classificar alguém como 8 ou oitenta: ou é altamente criativo ou é bloqueado no que respeita à criatividade. É raro lembrarmo-nos das 72 possibilidades que há entre o 8 e o 80. Devemos considerar todas estas possibilidades e saber que qualquer pessoa pode ter diferentes níveis de criatividade em diferentes áreas. Mais ainda, a criatividade pode e deve ser treinada e desenvolvida, e, para isso, há 3 fatores cuja existência é fundamental.

Os 3 fatores fundamentais para gerar ideias

Existem 3 fatores fundamentais para gerar ideias: cérebro, uma vontade inabalável e um bloco de notas.

A existência de um cérebro é uma condição de base para o nosso potencial criativo. Todos temos, logo, todos podemos ser criativos. O segundo fator: uma vontade inabalável. Podemos estar a falar de uma vontade inabalável de usar o cérebro ou de uma vontade inabalável de comunicar a nossa ideia, de a partilhar e de a ver transformar-se em algo ao dispor e ao serviço da empresa. O inabalável aparece pela força necessária para ultrapassar as objeções que aparecem sempre e que são maiores quanto mais a ideia rompe com o estabelecido. Ter e dar ideias é uma atitude vencedora e este potencial criativo desenvolve-se ao partilhar e debater as ideias. Assim, as ideias não se esgotam… pelo contrário, quanto mais ideias partilhamos, mais ideias surgem.

O 3.º fator fundamental é o bloco de notas. A maioria de nós vai tendo várias ideias ao longo das 24 horas. Sim, de noite ou de dia… No entanto, muitas dessas ideias desaparecem num ápice. Quantas vezes ficamos com a sensação de que tivemos uma ideia que nos poderia ter ajudado a resolver um problema que nos acompanha há algum tempo, ou que seria uma boa solução para um desafio que temos? E esfumou-se a solução… esqueci! Se tivermos um bloco de notas sempre connosco, podemos registar a ideia e recuperá-la mais tarde, evitando esquecer aquela ideia que podia ter a solução para um dos meus problemas. Seja no trabalho, em casa, em viagem, o bloco de notas deve acompanhar-nos sempre para o registo das nossas ideias. Este bloco de notas pode ser físico (existem vários cadernos de diferentes tamanhos e cada um deverá optar pela melhor solução para si) ou digital (existe uma quantidade enorme de apps que podem ser usadas para este fim).

O ciclo da ideia

Com os 3 fatores acima identificados, temos uma parte fundamental do ciclo das ideias cumprido. Sem a existência da fase de gerar ideias, nada surge, fica o vazio. A fase de escrever as ideias permite o registo, e assim, a manutenção de várias ideias em carteira, independentemente da pertinência da mesma nesse preciso momento. A fase de debater e implementar é importante e só surgirá após a existência eficaz destas primeiras fases.

Inovar Faz Bem

Assim, usemos a seguinte lista de verificação:

Tenho cérebro?

Tenho vontade?

Tenho bloco de notas?

A resposta à primeira questão, é positiva para todos. Assim, precisamos de verificar se as duas outras questões são positivas, criar as condições para responder-lhes positivamente e começar a gerar e a escrever ideias. Qualquer ideia é positiva e pode contribuir para o debate e consequente melhoria das condições de vida, tanto no aspeto pessoal como no aspeto profissional.

Lembra-te, DÁ IDEIAS, porque INOVAR FAZ BEM!

A importância da Criatividade

Criatividade, porque sim?

Uma ideia é uma chave para a mudança positiva. Faz parte da mudança!

Definir criatividade? Há centenas de definições. É preciso perceber que, quando falamos em criatividade, falamos em competência para ver o que ninguém está a ver, em olhar com outros olhos, em pensar diferente. Ser criativo potencia:

  1. Diferenciação – apresentar soluções diferentes, para as várias partes interessadas.
  2. Resolver Problemas – promover a melhoria contínua ou mudanças significativas.
  3. Felicidade – incentivo à alegria, ao bem-estar, ao orgulho em ter pensado em algo ainda não pensado anteriormente.

Só os 3 fatores anteriores já representam benefícios impagáveis para empresas e pessoas. Apesar disso, há fatores que tornam a criatividade difícil de integrar no dia a dia das organizações.

Mitos da Criatividade

Há obstáculos e dificuldades relativos à criatividade, que são colocados, muitas vezes, no formato de mitos urbanos:

  1. Nascemos criativos ou não… e não podemos melhorar a criatividade!
  2. A criatividade é rara!
  3. É espontânea!

Relativamente ao mito 1, Abraham Maslow disse que “O Homem criativo não é um homem comum ao qual algo foi acrescentado, mas sim um homem comum ao qual nada foi retirado”. Todos nascemos criativos. Basta dar uma caneta e um papel a uma criança e surgem os mais variados desenhos…

No que se refere ao mito 2, ao percebermos os tipos de criatividade que há, percebemos de imediato a abundância de criatividade que existe em cada pessoa. A criatividade artística, a criatividade humorística e a criatividade organizacional.

Quanto ao mito 3, Picasso dizia “Que a inspiração chegue, não depende de mim. A única coisa que posso fazer, é garantir que me encontra a trabalhar”. Esta frase reflete muito do que à criatividade respeita. Apesar de haver momentos espontâneos de inspiração, a maior parte das obras, a maior parte das soluções, decorre de processos e jornadas de trabalho que vão muito para além de qualquer momento de iluminação, com uma ideia fabulosa. Como pensam que apareceram as grandes empresas? Steve Jobs com a Apple? Ou Bill Gates com a Microsoft? Ou Richard Branson com a Virgin? Ou Elon Musk com a Tesla? Ou a vacina contra o Covid? Têm ideias que caem do céu? Talvez surja uma ou outra, no entanto há um trabalho intenso para que as ideias tomem forma e se transformem em negócio.

Criatividade e Inovação na Soluções Ideais

Eduardo Maldonado, presidente da Agência Nacional de Inovação (ANI), diz: “Uma empresa que não inova, estagna e nunca fica muito bem no futuro”.

Na Soluções Ideais, conhecemos o valor da criatividade e da inovação desde há muitos anos. É, provavelmente, um dos fatores que muito tem contribuído para o nosso crescimento e consolidação ao longo dos tempos. Apesar de sempre termos uma forte orientação para a criatividade e inovação, foi em 2019 que começámos a ter algumas sessões de criatividade. Em 2020, houve a consolidação dos processos e a definição de metodologias que nos permitem quebrar os padrões de forma sistemática. Esta aposta tem trazido benefícios a todos: clientes, colaboradores, fornecedores, parceiros… que se verificam com a melhoria de processos, a apresentação de soluções diferentes no negócio, no contacto com os clientes e no marketing.

É mais fácil ser criativo e inovador se muitas pessoas se envolverem no processo. 2020 foi um ano de grande envolvimento. Este envolvimento teve resultados que podemos resumir no ERIC, em melhorias importantes no GSI, em atividades de resposta ao confinamento de 2020, entre outras.

A Inovação é fundamental para que os nossos resultados sejam bons e, com isso, a vida de cada um de nós seja melhor. O importante é que cada pessoa, sempre que se lembre de uma melhoria para a empresa, de uma dificuldade, de uma sugestão, anote no seu caderno de apontamentos e, quando tiver oportunidade, a insira no ISI. Todas as ideias são analisadas. Todas são importantes. Muitas serão implementadas. Desta forma, todos estaremos a contribuir para a Superação e a Inspiração mútua, tão importantes para nós.

Uma ideia é uma chave para a mudança positiva. Faz parte da mudança!

Artigo de Pedro Paiva

Bom ano a todos!

Quando em dezembro de 2019 partilhámos mensagens de esperança, sucesso, vitórias, nada nos podia preparar para o ano que se avizinhava. A verdade é que quando menos esperamos, surgem as maiores adversidades e os maiores desafios. E todos sabemos que 2020 foi exatamente isso – um tremendo desafio.

Mas é com grande alegria e orgulho que afirmo que o superámos com sucesso.

A união desta equipa maravilhosa deu os seus frutos. Unidos, adaptámo-nos e mostrámos uma incrível resiliência.

Demos as mãos, principalmente através de ecrãs, apoiámo-nos, partilhámos dificuldades e sucessos, e estivemos sempre juntos nos momentos mais importantes.

O resultado foi um ano de crescimento, mesmo neste contexto adverso.

Quero agradecer a todos e dar-vos os parabéns pela vossa determinação, garra e resiliência. Uma atitude que todos os dias nos inspira a dar também o nosso melhor. Por vocês. Pela Soluções Ideais.

Em 2021 vamos manter esta união, e seja o que for que esteja ao virar da página, estamos preparados, estamos mais fortes, todos juntos vamos superar.

Bom ano a todos!

Rui Guedes

Diretor Geral do Grupo Soluções Ideais

2020 – Um ano de transformação no setor imobiliário?

Que 2020 está a ser um ano atípico, já todos sabemos. Que vai ser um ano que dificilmente nos esqueceremos é outra realidade. Quando a 31 de dezembro de 2019 pedíamos os desejos de ano novo, jamais nos passaria pela cabeça a transformação que iríamos sofrer.

Hoje, com novos comportamentos enraizados pela força da necessidade, estamos diferentes, mais fortes, mais capazes, mais tecnológicos, mais atentos.

O setor imobiliário reagiu bem e mostrou grande capacidade de adaptação. E quando inicialmente se dizia que tudo ia mudar, que passaria a ser tudo digital, eis que mais uma vez se realçou a força que mais define este setor – o relacionamento entre pessoas.

Claro que o digital marca presença, a cada dia que passa, com maior intensidade. Foi introduzida tecnologia no nosso quotidiano que, há uns meses, só se teria contacto pontual. O investimento na comunicação digital passou a ser uma prioridade, não só por ser uma alternativa acessível, mas também porque demonstrou ser muito mais eficaz quando comparada com os métodos tradicionais.

Através do marketing digital – e desenganem-se os que pensam que marketing digital são só redes sociais – hoje conseguimos atingir o público-alvo de forma extremamente eficaz. Conhecemos os perfis, os gostos pessoais, os desejos.

A necessidade de se ter uma gestão da comunicação digital profissional passou a ser uma realidade. Embora a venda seja fundamental, tendo em conta a escassez de produto, o foco da comunicação passou a estar no cliente proprietário. É este que se apresenta, a cada dia que passa, mais seletivo, e que passou a exigir mais dos profissionais do setor.

Os profissionais mais atentos deixaram de utilizar técnicas de PUSH (“empurrar”) para promoverem os seus imóveis, e passaram a recorrer a técnicas de PULL (“puxar”).  A diferenciação passou a estar na forma como comunicamos os nossos produtos, como nos apresentamos no mercado, como nos envolvemos e transmitimos confiança aos clientes.

Muito mudou nestes últimos meses, mas o negócio imobiliário continuou a ser um negócio que exige elevados níveis relacionais. Trata-se de uma questão cultural que dificilmente será alterada a curto prazo.

Marcos Ribeiro – Marketing Lovers

Mediação imobiliária. Porquê?

O imobiliário é um bem essencial: para habitação, proteção e segurança ou para desenvolvimento de atividades económicas e sociais. Tem também enorme significado enquanto símbolo de estatuto e posição social.

Em cada momento há compras, vendas e arrendamentos, originando um mercado com grande dimensão, um dos mais competitivos e dinâmicos em todo o mundo. Sujeito a grandes pressões e interesses especulativos.

Nos últimos anos os imóveis tornaram-se uma forma habitual de garantir empréstimos e uma das grandes fontes da receita fiscal, tornando as transações imobiliárias em procedimentos administrativos bastante complexos.

Mas desde há muito que os estados cobram impostos sobre imóveis. Um dos mais curiosos foi o imposto sobre o número de janelas em vigor em quase toda a europa até ao início do séc. XX (precursor do atual IMI), levando a que muitos proprietários emparedassem e eliminassem janelas dos prédios, que ainda hoje são marcas visíveis nas zonas mais antigas de algumas cidades.

Mediação em Portugal. 59 anos de história.

A atividade de mediação imobiliária em Portugal foi inicialmente regulada em 1961, conjuntamente com a atividade de crédito hipotecário. O objetivo foi o de tornar clara a responsabilidade dos diferentes agentes do negócio e criar um registo nacional de mediadores autorizados.

Posteriormente, em 1992, foi definido o Contrato de Mediação Imobiliária, com regras próprias e específicas desta atividade. Legislação que foi evoluindo até aos nossos dias.

Atualmente o registo e fiscalização da mediação imobiliária é realizada pelo IMPIC. São várias as obrigações de uma mediadora, destacando-se a comprovação de idoneidade profissional e comercial.

Porque deve recorrer a uma mediadora imobiliária?

Num mercado muito competitivo, mais do que capacidade financeira é necessário ter informação comercial adequada:

  • Perspetiva histórica dos preços
  • Potencial de valorização futura
  • Estratégias comerciais eficazes

Para além da informação é muito importante saber ultrapassar a complexidade das transações imobiliárias:

  • Garantias, hipotecas e penhoras associadas
  • Licenciamento e utilização
  • Aconselhamento jurídico qualificado
  • Garantia de transparência e execução do negócio
  • Mediação da negociação

Reduza os seus riscos e maximize os seus proveitos.

Quando quiser comprar, vender um arrendar um imóvel, recorra a uma mediadora imobiliária devidamente licenciada.

Não corra riscos desnecessários.

Artigo da autoria de José Antunes – Diretor de Expansão da zona sul

Coronavírus, espírito empreendedor e o futuro do franchising

Sem surpresa para mim, o estudo Amway Global Entrepreneurship Report 2018 revela que o desejo dos portugueses de empreender é dos mais altos do mundo.

Este estudo mostra que 56% dos portugueses tem desejo de empreender e a confiança para o fazer chega aos 49%, valores significativamente mais altos quando comparados com a média europeia (41% e 37%, respetivamente) e mundial (49% e 43%, respetivamente).

Mas há uma pergunta que se impõe neste momento: Irá o coronavírus “matar” o desejo de empreender?

Na minha opinião, esse desejo vai continuar e até terá tendência para crescer. A experiência à qual fomos sujeitos foi uma “oportunidade forçada” para repensarmos o nosso propósito, os nossos objetivos e até as nossas carreiras.

Sei que, naturalmente, muitos vão promover-se a empreendedores de sucesso, tomando a iniciativa de investir no seu próprio negócio, porque nunca foi tão importante sermos donos do nosso destino e do nosso tempo, usufruirmos de uma maior qualidade de vida e privilegiarmos mais e melhores momentos em família.

É aqui que os modelos de franchising fazem a diferença para um futuro promissor e de sucesso. O risco de investir e iniciar um negócio é grandemente minimizado, uma vez que os modelos já são (ou devem ser) testados e comprovados, e existe também (ou deve existir) uma forte componente de conhecimento e experiência que proporciona uma segurança adicional ao novo empreendedor.

Estatísticas apresentadas por (Hoffman & Preble) revelam que, nos primeiros cinco anos, o franchising tem uma taxa de sobrevivência de 85,7%, enquanto os negócios independentes têm apenas 23%.

Estas tendências estão a ser sentidas na nossa rede Soluções Ideais. No último trimestre, registámos um aumento de pedidos de informação, quando comparado com o período homólogo. Esta será uma das principais razões, complementada com o facto da área imobiliária manter uma forte dinâmica e estar a ser um dos principais motores da economia neste período pós-COVID.

A vontade e energia do empreendedor, combinada com experiência e conhecimento do franchisador, são a oportunidade de arrancar sem ter de arriscar a começar do zero.

O espírito de cooperação e colaboração do empreendedor, combinado com a união e a possibilidade de partilhar experiências proporcionada pelo franchisador, são a garantia de uma parceria duradoura e de sucesso.

Juntos vamos sempre mais longe.

Artigo da autoria de Rui Guedes – Diretor Geral do Grupo Soluções Ideais

Gestão de Equipas

Gestão de Equipas é um tema que traz sempre à baila os títulos de líder, gestor, chefe, etc. Mas, afinal, o que é um líder, o que é um gestor, o que é um chefe?

Nem vamos entrar em pormenores das diferenças de cada cargo, porque há diferenças, claro que há.

Em primeiro lugar, temos de saber que um bom líder pode não ser um bom chefe, um bom chefe pode não ser um bom gestor, um bom gestor pode não ser um bom líder.

O mais importante é que, quando se decide abraçar um cargo de gestão de equipas, tem de se ter consciência de que isso significa assumir um compromisso sério com as pessoas, o compromisso de:

  • Liderar (o outro)
  • Motivar (o outro)
  • Acreditar (no outro)
  • Orientar (o outro)
  • Apoiar (o outro)
  • Treinar (o outro)
  • Acompanhar (o outro)
  • Desenvolver competências (do outro)
  • Comunicar (com o outro)
  • Dar feedback (ao outro)
  • Avaliar (o outro)
  • Estabelecer tarefas (do outro)

Do outro, para o outro, pelo outro!

Resumindo, é assumir o compromisso e a missão de ajudar esse outro a ter sucesso. Se o foco não for esse, então não estamos a falar de gerir, nem de chefiar e muito menos de liderar equipas.

E agora perguntas: Devo ser chefe? Gestor? Ou líder?

Na minha opinião, tens que conseguir ser todos! Tens de te conhecer profundamente e saber “eu sou um bom gestor, mas líder nem por isso…” ou vice-versa. Com este conhecimento, já sabes quais as competências que precisas de desenvolver e que são necessárias para a gestão de uma equipa de alta performance.

Dedica uma hora por dia a desenvolver essas competências. Vê um programa, lê um livro, aprende mais sobre ti e sobre o que tens de fazer para melhorar a tua gestão de equipas… Tu tens o poder!

Numa equipa, cada pessoa é única. Com certeza, terás na tua equipa pessoas com diferentes dores. Tens que auscultar perfeitamente cada um e medicar corretamente. Com um tens de ser líder, possivelmente, no minuto seguinte, com outro tens de ser chefe e, ainda nesse mesmo minuto, com outro tens de ser gerente.

Ter uma equipa funcional, equilibrada e altamente produtiva, especialmente na área imobiliária, requer, como já disse, o compromisso com outro. Depois, não menos importante, requer ter o pulso certo na medida certa, de pessoa para pessoa, gerente, líder ou chefe. É assim que se cria uma equipa produtiva e se retém talentos.

Não podia terminar sem deixar uma nota muito particular – Gerir equipas não é fácil! Requer que vivamos em função do outro. Então quando falamos de gerir equipas em tempos de crise, quase que requer capacidades sobrenaturais!

Neste tempo de crise instalado pelo malvado coronavírus, tive o grande privilégio e orgulho de estar rodeada de pessoas que se adaptaram e reinventaram para manter e ajudar as suas equipas. Uns verdadeiros super-heróis.

Foi extraordinário assistir a equipas totalmente ON(line). De norte a sul do país, sempre juntos e ON!

Quero deixar uma grande salva de palmas aos nossos gerentes, líderes e chefes. É por estas e por outras que sei que, em breve, seremos a maior e melhor rede imobiliária nacional.

Artigo da autoria de Sara Guedes