Transforme a sua casa em inteligente e poupe eletricidade

As casas inteligentes ou domóticas cada vez mais estão presentes no nosso dia a dia tanto pelo conforto e segurança que oferecem, como pela tecnologia que nos facilitam a vida. Com a domótica, é possível controlar à distância tudo aquilo que faz parte do seu lar. Além de lhe dar muita comodidade, também lhe pode ajudar a poupar na conta da luz.

Sabe o que é a domótica?

A domótica faz referência aos sistemas automáticos de uma casa ou um edifício, e que atribui um conjunto de elementos que ajudam ao nosso bem-estar e poupança através da gestão de energia, segurança e comunicação.

Estes elementos são então, possíveis de serem controlados, de acordo com a nossa vontade,  já que são totalmente integrados graças às redes de comunicação internas e externas, com ou sem cabos, e que podem ser controladas, remotamente, com um smartphone, tablet ou computador bastando que tenha internet em casa.

Como instalar um sistema de domótica em casa?

Para a devida instalação, deve ter um colocado um gateway residencial, pois é isso que lhe vai permitir transformar a sua casa em inteligente. Este dispositivo funcionará como um painel de controlo gerindo tudo aquilo que estiver automatizado.

Domótica e a poupança de eletricidade

Poupança energética

Ao ter um controlo total dos seus eletrodomésticos, vai conseguir poupar na eletricidade. Com o controlo domótico da iluminação ou do ar condicionado, 70% do consumo de energia pode ser aproveitado da melhor forma. Saiba também que através do sistema domótico vai poder controlar também a iluminação, adaptando-a dependendo da variação da luz solar ou da área da casa.

Se por alguma razão sair de casa, e se se tiver esquecido de ter apagado as luzes ou o ar condicionado, pode desligá-los ou ajustar determinada temperatura estando às compras no supermercado.

Por outro lado, podemos colocar de forma automática, o “ligar/apagar” das luzes e ativar o sensor de detecção de presença em cada parte da casa, para que funcione apenas quando exista a presença de alguém. Pode ainda automatizar o aquecimento ou as janelas, persianas e toldos.

Programe ainda os eletrodomésticos para que entrem em funcionamento nos horários onde a eletricidade seja mais barata.

Poupança e gestão do gás natural e da água

Com a domótica também é possível a implementação de sistemas de controlo de possíveis falhas que coloquem em causa a nossa segurança. No caso do gás, os sistemas domóticos detectam fugas de gás préviamente, evitando desperdícios e situações mais graves.

Se o sistema de ar condicionado for a gás, pode ajustar a temperatura desses equipamentos de acordo com as suas preferências, esteja onde estiver.

Conseguirá poupar água já que também é possível controlar a quantidade de água que sai pela torneira, e ainda emite avisos em caso de fugas no abastecimento.

Hoje em dia já pode ser instalado um sensor de humidade e chuva que de forma automática active o sistema de rega e as regue quando necessário.

Vantagens da domótica em relação sistemas tradicionais

  • A curto prazo, com a domótica, irá verificar a elevada poupança energética que conseguirá através deste sistema;
  • Alto nível segurança que nos oferece ao detetarem fugas de água e gás e incêndios;
  • Poupa tempo e dinheiro ao mesmo tempo que lhe oferece comodidade e tranquilidade no lar;
  • Capacidade de controlarmos a nossa casa a distância através das câmaras de vigilância com o nosso smartphone;
  • Através dos comandos de voz também se pode interagir com pessoas dentro e fora de casa.

A domótica, com o seu leque interminável de vantagens, veio contribuir, e muito, para a nossa vida e ainda para a nossa carteira!

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Dicas de poupança energética com a iluminação da sua casa

Os sistemas de iluminação, apesar de serem mais utilizados em questões de decoração, são bastante importantes quando é necessário garantir a eficiência energética. Atualmente, e devido à tecnologia, cada vez mais é possível controlarmos o consumo no lar, sendo um forte aliado quando é necessário reduzir a fatura da energia elétrica.

Antes de mais, é importante que saiba que tipo de tarifa elétrica tem em sua casa, para saber se realmente pode beneficiar de uma óptima iluminação e ainda se tem potência elétrica ideal contratada ou se a terá de a mudar.

Fique a par das dicas para poupar eletricidade com a iluminação

Maior aproveitamento da luz natural

Evite gastos desnecessários com a iluminação e aproveite ao máximo a luz fornecida pelo sol. Instale na sua casa, janelas e portas de maiores dimensões e que permita a entrada do sol. Assim não vai depender tanto da iluminação da casa, evitando gastos maiores na energia.

Transforme a sua casa com a domótica

A domótica basicamente consegue dar vida a tudo o que tenha em casa, isto é, automatiza os aparelhos e eletrodomésticos para que possam ser controlados através do seu smartphone ou tablet. Estes sistemas possibilitam o controlo à distância (em casa ou não) para programar, acender ou apagar as suas funções.

Neste sentido, podem ser instalados uma série de ferramentas em casa para poupar energia sem necessidade de estarmos focados nos interruptores.

Os sensores de movimento podem ser uma boa solução pois são colocados em locais estratégicos, ou seja, em locais onde passa menos tempo e onde mais acidentes podem ocorrer, sendo ativados quando detectam a presença de alguém. Além de estas luzes apenas se acenderem quando realmente são necessárias, baixa o valor da conta da luz. Existe também a possibilitar que se activem ou apaguem de maneira automática com algum tipo de som: um bater de palmas.

Saiba ainda que pode programar as luzes do jardim ou terraço para que se acendam ou apaguem a determinada hora do dia.

Estes sensores também permitem que a iluminação da casa se regule automaticamente através do nível da quantidade de luz natural. Caso haja iluminação externa, os sensores reduzem a emissão de luz, e o mesmo acontece no sentido inverso

Iluminação adequada para cada divisão da casa

É importante que cada lâmpada não se coloque em vão e que cumpra determinada com o seu principal objetivo específico. Devem ser colocadas de forma a aumentar a rentabilidade para iluminar certos espaços onde a luz natural não é capaz de chegar. Para isso, recomenda-se realizar um uso responsável.

Aproveitar a tecnologia LED

A LED é uma alternativa mais sustentável para a sua casa, e pode resolver o problema do parágrafo anterior, já que nos quartos dispomos de várias lâmpadas com diferentes tonalidades de luz diferentes para cada ocasião.

A grande vantagem competitiva deste modelo de iluminação é que se pode regular a intensidade e a cor das luzes de maneira automática e sem necessidade de mudar de lâmpada e consome cerca de 90% menos que os sistemas convencionais.

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Já reparou nas grades curvas das janelas? A história por trás de um curioso detalhe da arquitetura

Há pormenores nas casas antigas que vemos todos os dias sem nunca nos perguntarmos por que razão foram construídos daquela maneira.

Uma janela.
Uma porta.
Uma varanda.

Ou, como acontece na imagem que acompanha este artigo, umas curiosas grades de ferro que se projetam para fora e fazem uma espécie de barriga na parte inferior.

À primeira vista, parecem apenas um elemento decorativo. Mas será que aquela curva tem realmente uma função?

A resposta é: sim, e pode ter mais do que uma.

Quando a segurança também precisava de ser bonita.
Antes de existirem os modernos sistemas de segurança, as grades de ferro eram uma forma importante de proteger as habitações, sobretudo as janelas situadas ao nível da rua ou nos pisos inferiores.

Mas antigamente a preocupação não era apenas proteger.
As casas também tinham de manter a sua personalidade.
E é aqui que entra o trabalho dos antigos ferreiros.

O ferro forjado permitia criar desenhos extraordinariamente elaborados: folhas, flores, espirais, formas geométricas e curvas que transformavam uma simples proteção numa verdadeira peça de artesanato.

Em muitas construções tradicionais da Península Ibérica encontramos precisamente este tipo de grades salientes, que fazem parte da linguagem arquitetónica de determinadas regiões e épocas.

A grade deixava, assim, de ser apenas uma barreira.
Passava a fazer parte da própria fachada.

E por que razão são curvas?

Aqui está a parte mais curiosa.
A forma curva cria um espaço adicional entre a janela e a própria grade.
Esse espaço podia ter várias utilidades.

Uma das mais conhecidas é permitir a colocação de vasos e floreiras junto às janelas.

Imagine uma casa antiga, numa rua estreita, sem varanda e sem jardim.
A janela podia ser o único lugar disponível para colocar algumas plantas.

A grade saliente criava uma espécie de pequena estrutura exterior onde os vasos podiam ser acomodados, trazendo cor e vida para a fachada.

Não é por acaso que, em muitas cidades históricas, as grades das janelas aparecem decoradas com flores e plantas. A tradição das janelas e varandas ornamentadas com vasos está profundamente ligada à arquitetura tradicional de várias regiões.

Mais espaço sem perder a proteção.
Existe ainda outra vantagem importante.
Uma grade totalmente plana fica muito próxima da janela.
Ao criar uma saliência, o ferreiro aumentava o espaço disponível junto ao vão.

Isso podia facilitar a utilização da janela, nomeadamente quando esta precisava de abrir para o exterior, dependendo do tipo de caixilharia utilizado.

Ou seja, a solução conseguia conciliar duas necessidades aparentemente contraditórias:

proteger a janela e, ao mesmo tempo, não a transformar numa abertura completamente fechada.

É um excelente exemplo de como a arquitetura tradicional procurava resolver problemas práticos com soluções simples.

Uma pequena varanda para quem não tinha varanda?    

Há ainda uma interpretação particularmente interessante.

Uma janela com uma grade saliente oferece uma pequena zona exterior onde uma pessoa se pode aproximar da janela, mantendo a proteção da grade.

Em casas antigas, especialmente em ruas estreitas e densamente construídas, a janela tinha uma importância muito maior na relação entre a casa e a rua.

Era por ela que entrava luz.
Era por ela que entrava o ar.
Era por ela que se observava o movimento da rua.

E, muitas vezes, era também através dela que se estabelecia uma relação com os vizinhos.

A arquitetura tradicional não separava completamente a vida privada da vida da rua como fazemos hoje.

O ferro que conta uma história:

Há outra coisa que torna estas grades fascinantes: cada desenho pode revelar a época, o gosto e o trabalho artesanal de quem as criou.
O ferro forjado permitia aos artesãos trabalhar formas curvas e ornamentais com grande liberdade.

Uma grade podia ter motivos florais.
Outra podia apresentar espirais.
Outra podia ter desenhos geométricos.
E algumas eram verdadeiras obras de arte

Por isso, quando caminhamos por uma zona antiga de uma cidade e encontramos uma fachada com grades deste género, não estamos simplesmente perante uma proteção de janela.

Estamos perante um pequeno testemunho da história da construção e da vida quotidiana.

E hoje?

Atualmente, as necessidades das habitações são muito diferentes.

Temos estores, vidros de segurança, sistemas de alarme, câmaras, sensores e outros equipamentos que permitem proteger uma casa de formas que os antigos habitantes dificilmente poderiam imaginar.

Mas há algo que não mudou: continuamos a procurar segurança sem abdicar da beleza.

Uma casa deve ser segura, confortável e funcional, mas também deve ter identidade.

É por isso que tantos elementos da arquitetura tradicional continuam a despertar a nossa atenção.

Uma janela com uma grade ornamentada.
Uma portada antiga.
Uma varanda de ferro.
Uma cantaria trabalhada.
Um azulejo.

São detalhes que nos fazem parar e perguntar:

“Porque é que fizeram isto assim?”

E muitas vezes descobrimos que existe uma razão.
A arquitetura ensina-nos a olhar para as casas de outra maneira.

Na Imoexpansão acreditamos que uma casa é muito mais do que paredes, portas e janelas.
Cada imóvel tem características próprias.

Algumas são evidentes.

Outras estão escondidas nos pequenos detalhes.

Uma casa antiga pode guardar soluções construtivas que nasceram há décadas ou até séculos. Uma casa mais recente pode apresentar outras respostas às necessidades da vida moderna.

É precisamente essa diversidade que torna o mundo imobiliário tão interessante.

Quando procuramos uma casa para comprar, não devemos olhar apenas para o número de quartos, a área ou o preço.

Vale também a pena reparar na arquitetura, na construção, na luz natural, na relação com a rua e nos pequenos pormenores que tornam aquele imóvel diferente de todos os outros.

Da próxima vez que vir uma janela assim…

Pare por alguns segundos.
Observe a grade.
Veja o trabalho do ferro.
Repare na curva.

Pergunte-se por que razão alguém, há muitos anos, decidiu que aquela proteção não deveria ser simplesmente reta.

Talvez esteja a olhar para uma solução criada para conciliar segurança, funcionalidade, ventilação, espaço e beleza.

E talvez descubra que aquela velha grade de ferro, que parecia apenas um ornamento, é afinal uma pequena lição de arquitetura.

Uma casa também se conhece pelos seus detalhes

Na Imoexpansão Imobiliária, em Figueira da Foz, gostamos de olhar para os imóveis para além do óbvio.

Porque uma casa não é apenas aquilo que aparece numa fotografia.

É a sua história, a sua arquitetura, a luz que recebe, a forma como se relaciona com a rua e, muitas vezes, aqueles pequenos detalhes que fazem alguém apaixonar-se por ela.

Da próxima vez que passar por uma casa antiga, olhe duas vezes.

Pode haver uma história escondida numa simples janela.

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Quer comprar casa? Nove estratégias para preparar financeiramente a compra da sua casa

Comprar casa é um dos maiores compromissos financeiros de uma família. Por isso, antes de avançar para um crédito habitação, é importante preparar as suas finanças e definir uma estratégia para conseguir juntar o dinheiro necessário para a entrada.

Sonha comprar casa, mas só de pensar no dinheiro que precisa de juntar para a entrada já fica preocupado? É perfeitamente normal. Afinal, estamos a falar de uma quantia significativa e, para muitas famílias, juntar este valor pode levar alguns anos.

Antes de pedir um crédito habitação, é importante perceber quanto dinheiro precisa de ter disponível. Em determinadas situações, nomeadamente para jovens até aos 35 anos que cumpram os requisitos aplicáveis, pode existir a possibilidade de recorrer à Garantia Pública do Estado, que permite condições específicas de financiamento.

Para quem não pode recorrer a esta solução, juntar dinheiro para a entrada continua a ser um dos principais desafios na compra de uma casa.

A boa notícia é que, com planeamento, disciplina e algumas estratégias simples, é possível tornar este objetivo mais alcançável.

Conheça o seu ponto de partida

Antes de começar a preocupar-se com os documentos necessários para o crédito habitação, precisa de perceber exatamente qual é a sua situação financeira.

Comece por analisar:

O seu rendimento mensal;

As despesas fixas;

As despesas variáveis;

Os créditos ou outros compromissos financeiros que já possui;

Quanto dinheiro lhe sobra no final de cada mês.

Este é o ponto de partida para definir uma estratégia realista para juntar dinheiro para a entrada de uma casa.

Ao conhecer melhor o seu orçamento, consegue perceber quanto pode poupar todos os meses sem comprometer demasiado o seu dia a dia.

Quanto mais cedo começar, mais tempo terá para atingir o seu objetivo e evitar grandes esforços financeiros quando chegar o momento de pedir o crédito habitação.

1.    Defina um objetivo e um orçamento realista

Depois de perceber quanto consegue poupar, está na altura de definir uma meta.

Por exemplo, imagine que pretende juntar 20.000 € para a entrada de um apartamento e consegue colocar de lado 500 € por mês.

Nesse caso:

20.000 € ÷ 500 € = 40 meses

Ou seja, precisaria de cerca de 3 anos e 4 meses para atingir esse objetivo.

Pode parecer muito tempo, mas ter um objetivo concreto ajuda a transformar uma meta aparentemente distante num plano de poupança.

Também pode utilizar um simulador de crédito habitação para perceber quanto poderá precisar de pedir ao banco e como diferentes valores de entrada podem influenciar o montante financiado e a prestação mensal.

3. Automatize a sua poupança

Se depender apenas da força de vontade para poupar, é natural que alguns meses sejam mais difíceis do que outros.

Uma solução simples é automatizar a poupança.

Assim que receber o ordenado, programe uma transferência automática para uma conta destinada exclusivamente à sua poupança para a casa.

Por exemplo, se definir uma transferência automática de 400 € todos os meses, esse valor é retirado do orçamento disponível antes que tenha oportunidade de o gastar.

Se possível, mantenha esta poupança numa conta separada da conta que utiliza diariamente. Desta forma, será mais fácil manter o dinheiro reservado para o objetivo.

4. Corte nas despesas que não são essenciais

Reduzir despesas pode não ser a parte mais divertida do processo, mas pode fazer uma diferença significativa ao longo do tempo.

Comece por analisar os seus gastos e procure despesas que possa reduzir ou eliminar, como:

Subscrições que já não utiliza;

Refeições frequentes fora de casa;

Compras por impulso;

Serviços que pode renegociar;

Pequenas despesas diárias que se acumulam ao longo do mês.

Imagine que consegue poupar mais 100 € por mês apenas através da redução de algumas despesas.

Ao fim de um ano, terá mais 1.200 € disponíveis para o seu objetivo.

Cada euro que conseguir colocar de lado pode ajudar a reduzir o montante que terá de financiar através do crédito habitação.

5. Faça o seu dinheiro trabalhar para si

Se está a poupar durante vários anos, pode fazer sentido analisar opções que permitam rentabilizar o dinheiro enquanto constrói a sua poupança.

Dependendo do prazo, dos seus objetivos e do seu perfil de risco, pode analisar soluções como:

Depósitos a prazo;

Certificados de Aforro;

Outras soluções de poupança ou investimento adequadas ao seu perfil.

Antes de escolher onde colocar o dinheiro, é importante avaliar o risco, a rentabilidade, a liquidez e o prazo de cada solução.

Se pretende utilizar o dinheiro num prazo relativamente curto para comprar casa, a possibilidade de levantar o dinheiro quando precisar dele deve ser uma das principais preocupações.

6. Procure formas de aumentar os seus rendimento

Nem sempre é possível atingir uma meta de poupança apenas através da redução das despesas.

Outra possibilidade é procurar formas de aumentar os rendimentos.

Dependendo das suas competências e disponibilidade, pode considerar:

Vender roupa, móveis ou objetos que já não utiliza;

Dar explicações;

Fazer trabalhos freelance;

Prestar pequenos serviços;

Aceitar trabalhos pontuais.

O dinheiro adicional que conseguir pode ser direcionado diretamente para a poupança destinada à compra da casa.

Uma boa estratégia é tratar este rendimento extra como dinheiro que não faz parte do seu orçamento habitual. Desta forma, evita aumentar os seus gastos mensais e consegue acelerar o objetivo de poupança.

7. Mantenha a poupança separada

Ter o dinheiro destinado à entrada da casa numa conta separada pode ajudar a manter a disciplina.

Se possível, escolha uma conta que não utilize para as despesas do dia a dia. Desta forma, reduz a tentação de utilizar esse dinheiro para compras ou gastos inesperados.

Também pode definir uma regra simples: o dinheiro que entra nesta conta só sai quando for utilizado para a compra da casa ou para despesas diretamente relacionadas com esse objetivo.

Ao longo do tempo, verá a sua poupança crescer e ficará mais perto de conseguir avançar para o crédito habitação.

8. Não se esqueça dos custos além da entrada

Quando começa a fazer contas para comprar casa, é fácil concentrar-se apenas no valor da entrada.

No entanto, existem outros custos associados à compra de um imóvel que deve considerar no seu orçamento.

Dependendo da situação, podem existir despesas relacionadas com:

Impostos;

Escritura e registos;

Avaliação do imóvel;

Comissões bancárias;

Seguros;

Outras despesas associadas ao processo de compra e financiamento.

Por isso, é importante não utilizar todas as suas poupanças exclusivamente para a entrada.

Idealmente, deve manter uma margem financeira para fazer face aos restantes custos e a eventuais imprevistos.

9. Compare as propostas de crédito habitação

Quando chegar o momento de pedir financiamento, não se limite automaticamente ao seu banco atual.

Compare diferentes propostas de crédito habitação e analise as condições apresentadas por cada instituição.

Além da taxa de juro, tenha em atenção outros fatores, como:

Prestação mensal;

Spread;

TAN e TAEG;

Seguros associados;

Comissões;

Custos totais do crédito;

Condições exigidas pelo banco.

Um simulador de crédito habitação pode ser uma ferramenta útil para perceber como diferentes montantes financiados, prazos e valores de entrada podem influenciar a prestação.

Antes de avançar, certifique-se também de que tem preparados os documentos necessários para o crédito habitação, como comprovativos de rendimentos, documentação fiscal, identificação e, quando aplicável, documentação relativa ao imóvel.

Quanto mais preparado estiver, mais simples será comparar propostas e tomar uma decisão informada.

Poupar para a entrada de uma casa é um objetivo de longo prazo

Juntar dinheiro para dar entrada numa casa pode parecer difícil no início, sobretudo quando o objetivo envolve vários milhares de euros.

No entanto, não precisa de conseguir tudo de uma vez.

Definir um objetivo, criar um orçamento, automatizar a poupança, reduzir algumas despesas e procurar formas de aumentar os rendimentos pode fazer uma diferença significativa ao longo do tempo.

Também é importante lembrar que a entrada não é o único valor que deve ter disponível. Antes de avançar para a compra, faça uma estimativa de todos os custos associados e mantenha uma margem financeira para imprevistos.

Quando chegar o momento de procurar financiamento, compare diferentes propostas de crédito habitação e analise cuidadosamente as condições de cada uma.

Comprar casa é uma decisão financeira importante. Por isso, quanto melhor preparar as suas finanças antes de avançar, maior será a probabilidade de conseguir tomar uma decisão adequada à sua situação.

Nota: Este artigo tem caráter meramente informativo e não constitui aconselhamento financeiro. Antes de contratar um crédito habitação ou tomar uma decisão de investimento, analise a sua situação financeira e, se necessário, procure aconselhamento de um profissional devidamente habilitado.

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Por que é que quase todas as casas têm rodapés?

Quando entramos numa casa, há pequenos elementos que fazem parte do ambiente e aos quais, muitas vezes, nem prestamos atenção. Um desses elementos são os rodapés. Estão junto ao chão, acompanham as paredes de praticamente todas as divisões e parecem ter apenas uma função estética. No entanto, a verdade é que desempenham um papel bastante importante na proteção e no acabamento dos espaços.

Os rodapés são aquelas faixas colocadas na parte inferior das paredes, junto ao pavimento. Podem ser feitos de madeira, MDF, cerâmica, porcelana, pedra, PVC ou outros materiais, e existem em diferentes cores, tamanhos, espessuras e estilos. Apesar de atualmente também serem utilizados como elemento decorativo, a sua origem está sobretudo relacionada com uma necessidade prática: proteger a parte inferior das paredes.

Para que servem os rodapés?

A principal função dos rodapés é proteger as paredes de pequenos impactos, da sujidade e da humidade. Basta pensar no momento em que limpamos o chão de uma casa. Quando passamos uma esfregona ou lavamos o pavimento, é normal que alguma água entre em contacto com a zona inferior da parede.

Sem qualquer proteção, essa humidade poderia provocar manchas, deterioração da pintura e, dependendo do tipo de parede e da quantidade de água, até problemas mais sérios ao longo do tempo.

Além disso, os rodapés ajudam a proteger a parede de pancadas e riscos. Ao movimentarmos móveis, cadeiras, aspiradores ou outros objetos, é muito fácil atingir a parte inferior das paredes. O rodapé funciona como uma espécie de barreira, recebendo grande parte desses pequenos impactos.

Mas não é apenas a proteção que explica a sua utilização. Os rodapés também têm uma importante função de acabamento.

Os rodapés escondem pequenas imperfeições

Construir uma parede perfeitamente alinhada com o chão nem sempre é fácil. Mesmo numa obra bem executada, podem existir pequenas diferenças, irregularidades ou imperfeições na ligação entre o pavimento e a parede.

É precisamente nessa zona que o rodapé desempenha outra função importante: esconder essas pequenas imperfeições e proporcionar um acabamento mais uniforme.

Ao colocar um rodapé, conseguimos criar uma transição visual entre o chão e a parede. Em vez de vermos uma linha irregular ou uma pequena abertura, vemos uma faixa perfeitamente definida.

Esta característica é particularmente importante quando se instala um pavimento novo. Muitas vezes, é necessário deixar uma pequena margem junto às paredes, especialmente em determinados tipos de pavimento. O rodapé permite esconder esse espaço e dar ao conjunto um aspeto mais cuidado.

E quando o pavimento é de madeira?

Nos pavimentos de madeira, os rodapés assumem ainda maior importância.

A madeira é um material natural que pode sofrer pequenas alterações devido às mudanças de temperatura e humidade. Por isso, durante a instalação, é necessário deixar espaço para que o pavimento possa dilatar e contrair sem ficar pressionado contra as paredes.

Esse espaço fica normalmente escondido pelo rodapé.

Por esse motivo, além da componente estética, o rodapé pode ser uma parte importante da própria instalação do pavimento. Sem ele, seria muito mais difícil conseguir um acabamento bonito e, ao mesmo tempo, permitir os movimentos naturais do material.

Rodapés de madeira, cerâmica ou outros materiais

Embora a madeira seja uma das opções mais conhecidas, atualmente existem rodapés fabricados em muitos outros materiais.

Os rodapés de madeira ou MDF são muito utilizados em quartos, salas, corredores e outras áreas da casa. Podem ser pintados ou ter um acabamento semelhante ao da madeira e combinam facilmente com diferentes estilos de decoração.

Já os rodapés de cerâmica ou porcelana são muito comuns em cozinhas, casas de banho e outras zonas onde existe maior contacto com água e humidade. Uma das suas vantagens é precisamente a resistência e a facilidade de limpeza.

Também existem soluções em PVC, alumínio, pedra e outros materiais. A escolha depende do tipo de pavimento, da utilização da divisão e do estilo que se pretende criar.

O rodapé também é um elemento decorativo

Se antigamente o rodapé era visto principalmente como uma necessidade construtiva, atualmente pode ser também uma parte importante da decoração.

Um rodapé pode ser discreto e praticamente desaparecer na parede ou, pelo contrário, tornar-se um elemento de destaque.

Os modelos brancos, por exemplo, são muito populares porque combinam facilmente com paredes de diferentes cores e podem criar uma sensação de maior amplitude. Quando as portas e os caixilhos também são brancos, o resultado tende a ser bastante harmonioso.

Por outro lado, um rodapé em madeira pode criar uma atmosfera mais quente e tradicional. Já um modelo escuro pode ser utilizado para criar contraste e dar mais personalidade ao espaço.

O rodapé deve combinar com o chão ou com as portas?

Esta é uma das dúvidas mais frequentes quando se está a construir ou remodelar uma casa.

Não existe uma regra absoluta. O rodapé pode combinar com o pavimento, com as portas, com os caixilhos ou simplesmente com a parede.

No entanto, combinar o rodapé com as portas e os caixilhos é uma solução bastante utilizada, porque cria uma continuidade visual entre todos os elementos de carpintaria.

Por exemplo, se uma casa tiver portas brancas, um rodapé branco pode ajudar a criar uma aparência mais uniforme. Se as portas forem de madeira, um rodapé com acabamento semelhante pode criar uma ligação visual interessante.

Também é possível escolher um rodapé da mesma cor da parede. Neste caso, o elemento fica mais discreto e o espaço pode parecer visualmente mais amplo.

Rodapés brancos: uma escolha simples e elegante

Os rodapés brancos continuam a ser uma das escolhas mais populares, sobretudo em casas com um estilo moderno.

Uma das razões é a sua versatilidade. O branco combina facilmente com diferentes cores de paredes, pavimentos e mobiliário. Além disso, quando as portas também são brancas, cria-se uma sensação de continuidade.

Outro benefício é que os rodapés brancos podem ajudar a dar uma aparência mais leve aos espaços. Em divisões pequenas, esta pode ser uma solução interessante para evitar que o acabamento junto ao chão fique demasiado pesado visualmente.

Naturalmente, é importante escolher um material adequado e fácil de limpar, especialmente em zonas de maior circulação.

É possível ter uma casa sem rodapés?

Sim. Atualmente existem casas e projetos de interiores onde se opta por não utilizar rodapés tradicionais.

No entanto, esta solução exige maior cuidado na execução da obra. A ligação entre a parede e o pavimento precisa de ser muito bem feita, pois qualquer imperfeição ficará mais visível.

Além disso, é importante escolher materiais resistentes e adequados ao contacto com a limpeza diária. A parte inferior da parede ficará mais exposta a pancadas, sujidade e humidade.

Existem também soluções alternativas, como rodapés embutidos na parede. Neste sistema, o rodapé fica praticamente ao mesmo nível da parede, criando uma aparência moderna e minimalista.

Rodapés com iluminação LED

Para quem procura uma solução mais moderna, existem ainda rodapés preparados para receber iluminação LED.

Esta opção pode ser utilizada para criar uma iluminação indireta e discreta, especialmente em corredores, quartos ou salas. Além de ter uma função decorativa, pode ser útil como iluminação de circulação durante a noite.

É uma solução que se enquadra particularmente bem em casas de arquitetura contemporânea, onde se procura reduzir elementos visuais e criar linhas mais limpas.

Como escolher o rodapé certo?

Antes de escolher um rodapé, é importante analisar vários elementos da divisão.

1. A cor das paredes

Se pretende que o rodapé passe despercebido, pode escolher uma cor semelhante à da parede. Se quiser criar contraste, pode optar por uma cor diferente.

2. O tipo de pavimento

O pavimento é outro fator fundamental. Um chão de madeira pode combinar muito bem com um rodapé de madeira ou branco. Num pavimento cerâmico, um rodapé do mesmo material pode proporcionar um acabamento mais uniforme.

3. As portas e os caixilhos

As portas são um dos elementos que mais influenciam a escolha. Um rodapé semelhante aos caixilhos pode criar uma ligação visual muito agradável.

4. O estilo da casa

Numa casa clássica, um rodapé mais alto e trabalhado pode fazer sentido. Num espaço moderno, modelos simples, direitos e discretos podem ser uma escolha mais adequada.

5. A facilidade de limpeza

É importante lembrar que o rodapé está junto ao chão e, por isso, acumula pó. Materiais fáceis de limpar podem ser uma vantagem, sobretudo em casas com crianças ou animais.

Qual deve ser a altura do rodapé?

Também não existe uma altura única que seja obrigatória. A escolha depende do estilo da casa, do tamanho da divisão e das proporções das portas e paredes.

Rodapés mais baixos tendem a ser discretos e modernos. Os modelos mais altos podem criar uma presença decorativa maior e são frequentemente utilizados em ambientes clássicos ou elegantes.

O mais importante é que exista equilíbrio entre o tamanho do rodapé e as restantes dimensões da divisão.

Afinal, por que razão quase todas as casas têm rodapés?

A resposta é simples: porque são uma solução prática, funcional e estética.

Os rodapés protegem as paredes, ajudam a esconder pequenas imperfeições entre o chão e a parede, permitem ocultar espaços necessários à instalação de determinados pavimentos e ainda contribuem para o aspeto final da divisão.

Embora muitas vezes passem despercebidos, são um daqueles pequenos detalhes que fazem diferença no resultado de uma obra.

Por isso, quando estiver a construir, remodelar ou simplesmente renovar a sua casa, não olhe para o rodapé como um simples acabamento. A escolha certa pode melhorar tanto a proteção das paredes como a decoração e a sensação de espaço.

Se tiver dúvidas entre um rodapé branco, de madeira, da mesma cor do pavimento ou semelhante às portas, vale a pena analisar primeiro o conjunto da divisão. Afinal, os melhores resultados na decoração surgem muitas vezes precisamente desses pequenos detalhes.

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Mais-valias na venda de imóveis: como calcular e reduzir o imposto

Vender um imóvel é um momento importante na vida de qualquer proprietário. Seja porque encontrou a casa dos seus sonhos, pretende investir noutro imóvel ou simplesmente quer concretizar um projeto de vida, há uma questão que surge frequentemente:

 Vou ter de pagar imposto sobre a venda da minha casa?

A resposta depende de vários fatores, mas em muitos casos a venda de um imóvel pode dar origem ao pagamento de imposto sobre as chamadas mais-valias.

Neste artigo explicamos o que são as mais-valias, como são calculadas e que despesas ou benefícios fiscais podem ajudar a reduzir o valor do imposto.

O que são as mais-valias?

As mais-valias correspondem ao ganho obtido com a venda de um imóvel.

No entanto, este ganho não resulta apenas da diferença entre o preço pelo qual comprou e o preço pelo qual vendeu a casa. A legislação portuguesa permite considerar diversos fatores que podem reduzir o valor sujeito a tributação.

É precisamente por isso que dois proprietários que vendam imóveis por valores semelhantes podem acabar por pagar impostos muito diferentes.

Como são calculadas as mais-valias?

Embora o cálculo possa parecer complexo, a lógica é relativamente simples.

São considerados:

O valor de venda do imóvel;

O valor pelo qual o imóvel foi adquirido;

A atualização do valor de aquisição através dos coeficientes de desvalorização da moeda, quando aplicável;

As despesas e encargos relacionados com a compra, valorização e venda do imóvel.

Depois de efetuados estes cálculos, obtém-se o valor da mais-valia.Para os residentes em Portugal, apenas uma parte desse ganho é considerada para efeitos de IRS, sendo posteriormente integrada no rendimento global do agregado familiar e tributada de acordo com o respetivo escalão.

Que despesas podem ser deduzidas?

Muitos proprietários desconhecem que existem diversas despesas que podem reduzir significativamente o valor da mais-valia tributável.

Entre elas encontram-se:

Comissão paga à agência imobiliária;

Escrituras e registos da compra e da venda;

IMT e Imposto do Selo pagos na aquisição;

Certificado energético;

Custos relacionados com a venda do imóvel;

Obras de valorização realizadas dentro dos prazos previstos na lei.

Para que estas despesas sejam aceites pela Autoridade Tributária, é indispensável conservar todas as faturas e comprovativos.

As obras podem reduzir o imposto?

Sim.

As obras de valorização podem ter um duplo benefício: tornam o imóvel mais atrativo para os compradores e podem reduzir o valor sujeito a tributação.

Entre as intervenções habitualmente consideradas encontram-se:

Remodelação da cozinha;

Renovação das casas de banho;

Substituição de janelas por modelos mais eficientes;

Melhorias no isolamento térmico;

Renovação das instalações elétricas ou da canalização;

Pintura integral ou reabilitação estrutural.

Naturalmente, apenas serão consideradas as despesas que cumpram os requisitos legais e que estejam devidamente documentadas.

Existe isenção de mais-valias?

Em determinadas situações, sim.

O caso mais comum diz respeito à venda da habitação própria e permanente.

Se o valor obtido com a venda for reinvestido na aquisição, construção ou melhoria de outra habitação própria e permanente, dentro dos prazos definidos pela legislação, poderá beneficiar de uma exclusão total ou parcial da tributação das mais-valias.

O benefício depende do valor reinvestido e do cumprimento das condições legais, pelo que é aconselhável analisar cada situação antes de concretizar a venda.

E se vender uma casa herdada?

A venda de imóveis recebidos por herança segue regras específicas.

Nestes casos, o cálculo das mais-valias não é efetuado da mesma forma que num imóvel adquirido por compra, sendo considerados outros critérios previstos na legislação fiscal.

Como existem frequentemente vários herdeiros e diferentes situações patrimoniais, é recomendável obter aconselhamento especializado antes de avançar com a venda.

Vale a pena fazer uma simulação?

Sem dúvida.

Antes de colocar um imóvel no mercado, uma simulação permite conhecer o impacto fiscal da operação e tomar decisões mais informadas.

Uma análise prévia ajuda a:

Estimar o imposto a pagar;

Identificar despesas dedutíveis;

Avaliar as vantagens do reinvestimento;

Definir uma estratégia de venda mais eficiente.

Além disso, permite evitar erros que podem resultar em custos desnecessários.

Erros mais comuns dos proprietários

Ao longo do processo de venda, existem alguns erros que se repetem com frequência:

Perder as faturas das obras realizadas;

Não guardar os documentos da compra do imóvel;

Desconhecer que a comissão da imobiliária pode ser considerada como despesa dedutível;

Definir o preço de venda sem avaliar o impacto fiscal;

Não pedir aconselhamento antes da venda.

Uma boa preparação pode representar uma poupança significativa.

Como a Imoexpansão pode ajudar?

Na Imoexpansão sabemos que vender uma casa envolve muito mais do que encontrar um comprador.

A nossa equipa acompanha todo o processo, desde a avaliação do imóvel até à escritura, ajudando os proprietários a reunir a documentação necessária e a compreender todas as etapas da venda.

Sempre que existam questões fiscais ou jurídicas específicas, recomendamos o acompanhamento por profissionais especializados, garantindo que cada cliente toma decisões informadas e em conformidade com a legislação em vigor.

Conclusão

As mais-valias são um dos aspetos mais importantes a considerar na venda de um imóvel. Conhecer as regras, guardar toda a documentação e planear a venda com antecedência pode fazer uma diferença significativa no valor do imposto a pagar.

Se está a pensar vender a sua casa na Figueira da Foz ou na região, a Imoexpansão está disponível para o ajudar em todas as fases do processo. Com experiência, conhecimento do mercado local e um acompanhamento personalizado, tornamos a venda do seu imóvel mais simples, segura e eficaz.

Nota: Este artigo tem caráter meramente informativo e não substitui a consulta da legislação em vigor nem o aconselhamento de um contabilista certificado ou consultor fiscal.

Para comprar ou vender apartamentos, moradias, lojas, garagens ou arrendar é na Imoexpansão, a sua imobiliária na Figueira da Foz.

Como isolar uma casa pelo interior: 6 soluções para melhorar o conforto térmico

Um bom isolamento térmico é um dos fatores mais importantes para garantir conforto dentro de casa durante todo o ano. Além de ajudar a manter uma temperatura agradável, contribui para reduzir os consumos energéticos e pode aumentar a valorização do imóvel.

Na Figueira da Foz, onde coexistem zonas costeiras mais húmidas e áreas do interior com maiores amplitudes térmicas, investir no isolamento da habitação pode fazer uma grande diferença no conforto diário.

Embora o isolamento pelo exterior seja, muitas vezes, a solução mais eficaz, nem sempre é possível realizar esse tipo de intervenção. Nestes casos, o isolamento pelo interior apresenta-se como uma alternativa prática e eficiente.
Neste artigo, mostramos as principais vantagens desta solução e seis formas de melhorar o isolamento térmico da sua casa.

Quais são as vantagens do isolamento térmico pelo interior?

Isolar uma casa pelo interior oferece vários benefícios, tanto ao nível do conforto como da eficiência energética.

Entre as principais vantagens destacam-se:

• Maior conforto térmico durante o inverno e o verão;
• Redução das perdas de calor e da entrada de temperaturas elevadas;
• Menor consumo de aquecimento e ar condicionado;
• Poupança na fatura da eletricidade;
• Redução da condensação e da formação de humidade, quando a intervenção é corretamente executada;
• Possível valorização do imóvel.

Além disso, muitas soluções de isolamento também ajudam a melhorar o conforto acústico da habitação.

Existem desvantagens?

Como qualquer intervenção, o isolamento pelo interior também apresenta algumas limitações.

A principal é a redução da área útil das divisões, uma vez que os materiais isolantes ocupam alguns centímetros das paredes.

Antes de iniciar a obra, é igualmente importante garantir que as paredes se encontram em bom estado, sem infiltrações, humidade ou bolor. Caso contrário, esses problemas devem ser resolvidos antes da instalação do isolamento.

Também é natural que a intervenção provoque algum incómodo temporário, como poeiras, ruído e a necessidade de deslocar móveis durante as obras.

Quando vale a pena optar pelo isolamento interior?

O isolamento térmico pelo interior é especialmente recomendado quando não é possível intervir na fachada do edifício.

Esta situação é comum em:

• apartamentos onde a fachada pertence ao condomínio;
• edifícios históricos ou protegidos;
• imóveis cuja fachada não pode ser alterada;
• remodelações em que se pretende uma obra mais rápida e económica.

Além disso, por não exigir andaimes nem trabalhos exteriores, esta solução costuma ter um custo inferior ao isolamento pelo exterior.

Contra paredes em gesso cartonado com isolamento

Uma das soluções mais utilizadas consiste na construção de contra paredes em gesso cartonado (pladur), preenchidas com materiais isolantes.

No interior da estrutura metálica podem ser aplicados materiais como:

• lã mineral;
• lã de rocha;
• fibra de madeira;
• cortiça;
• outros isolamentos térmicos de elevado desempenho.

Esta solução é particularmente eficaz em paredes voltadas a norte ou mais expostas ao frio.

Depois da instalação, a parede pode ser pintada ou revestida, integrando-se perfeitamente na decoração da casa.

Aplicação de painéis de isolamento térmico

Outra solução consiste na aplicação direta de painéis isolantes sobre as paredes interiores.

Existem vários materiais disponíveis no mercado, entre eles:

• cortiça natural;
• lã de rocha;
• poliestireno expandido (EPS);
• poliestireno extrudido (XPS);
• poliuretano.

Alguns materiais, como a cortiça, podem mesmo ficar visíveis, criando um ambiente moderno e natural. Nos restantes casos, os painéis são normalmente revestidos com gesso cartonado ou outro acabamento decorativo.

A escolha da espessura e do material deverá ser feita por um profissional especializado, de forma a garantir o melhor desempenho térmico.

Insuflação de isolamento nas paredes

Quando as paredes possuem caixa de ar, é possível recorrer à insuflação de materiais isolantes.

Esta técnica consiste na realização de pequenos furos por onde é introduzido material isolante sob a forma de granulado ou espuma.

Os materiais mais utilizados incluem:

• cortiça granulada;
• perlite expandida;
• lã mineral insuflada;
• espuma de poliuretano.

A grande vantagem desta solução é que praticamente não altera o aspeto da habitação nem reduz a área útil das divisões.

Melhorar o isolamento das janelas

Mesmo com paredes bem isoladas, as janelas continuam a ser um dos principais pontos de perda de calor.

Se ainda possui caixilharias antigas, poderá considerar a sua substituição por modelos com corte térmico e vidro duplo ou triplo.

Caso não pretenda investir já na substituição, pequenas melhorias como vedantes novos ou cortinas térmicas também ajudam a reduzir as perdas energéticas.

Isolar tetos e coberturas

Grande parte do calor perde-se através da cobertura da habitação.

Sempre que possível, vale a pena reforçar o isolamento dos tetos falsos ou do sótão, sobretudo em moradias.

Esta intervenção melhora significativamente o conforto térmico durante todo o ano e contribui para reduzir os custos com climatização.

Eliminar pontes térmicas

As pontes térmicas são zonas da construção onde o isolamento é insuficiente, facilitando a entrada de frio, calor ou humidade.

É comum surgirem junto a:

• pilares;
• vigas;
• caixas de estores;
• encontros entre paredes e tetos;
• janelas.

Eliminar estas zonas ajuda a prevenir condensações, bolor e desperdício energético.

Vale a pena investir no isolamento interior?

Na maioria dos casos, sim.

Embora represente um investimento inicial, um bom isolamento térmico melhora significativamente o conforto da habitação, reduz os consumos energéticos e pode aumentar o valor do imóvel.

Antes de escolher a solução mais adequada, é aconselhável solicitar uma avaliação técnica para identificar os pontos de maior perda térmica e selecionar os materiais mais indicados para cada situação.

Uma intervenção bem planeada permite desfrutar de uma casa mais confortável, eficiente e preparada para enfrentar tanto os dias frios de inverno como as temperaturas elevadas do verão.

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    Título urbanístico na venda de imóveis: o que mudou em Agosto de 2026

    Desde 3 de Agosto de 2026, o documento que formaliza a transmissão de determinados imóveis tem de mencionar a situação do respectivo título urbanístico. A alteração procura dar maior transparência ao negócio, sem impedir automaticamente a venda quando o proprietário não dispõe desse título.


    O que passou a ser obrigatório?
    Na transmissão de terrenos para construção urbana, edifícios construídos ou em construção e respectivas fracções autónomas, o documento do negócio deve indicar uma de três situações:
    ● O título urbanístico foi apresentado;
    ● O vendedor declara que dispõe do título, embora não o apresente;
    ● O vendedor declara que não dispõe de título urbanístico.
    A menção cabe ao conservador, notário, advogado, solicitador ou outra entidade competente. A sua omissão pode tornar o negócio anulável.


    O título urbanístico é um novo certificado?
    Não necessariamente. O título urbanístico não é a caderneta predial, a certidão do registo predial ou o certificado energético. Também não corresponde sempre a um documento único com essa designação.
    Consoante a operação e a sua data, pode resultar de licenças, alvarás, comunicações prévias, comprovativos de submissão ou títulos de utilização. Nos imóveis antigos, deve atender-se ao regime aplicável à data da construção.


    Um imóvel sem título pode ser vendido?
    Pode, porque a própria lei prevê que o vendedor declare não dispor do título. Essa declaração, porém, não legaliza ampliações, marquises, anexos, alterações de uso ou outras obras realizadas sem o procedimento necessário.
    Também não garante que a construção existente corresponda às plantas aprovadas. Uma desconformidade pode afectar o financiamento, a avaliação ou uma futura revenda.

    No contrato-promessa comum ainda não ocorre a transmissão da propriedade. Por isso, esta menção não passou a ser automaticamente obrigatória no CPCV. Quando existem dúvidas, é prudente identificar no contrato os documentos disponíveis e a responsabilidade por uma eventual regularização.


    O que deve o proprietário confirmar?
    Antes de colocar o imóvel no mercado, o proprietário deve reunir licenças, plantas, título de utilização, caderneta predial e certidão do registo predial. Depois, deve comparar o que existe fisicamente com o que está aprovado pela Câmara Municipal.


    Uma diferença entre documentos não prova que o imóvel esteja ilegal. Pode resultar de critérios de medição ou regimes antigos, mas também pode revelar construções ou utilizações que precisam de ser esclarecidas.

    Na Figueira da Foz, esta verificação é particularmente importante em prédios antigos, moradias ampliadas e propriedades com anexos, marquises ou sótãos aproveitados. Quando faltam elementos, pode ser necessário consultar o processo de obras municipal.

    O novo regime não substitui a análise documental. Obriga o vendedor a assumir uma posição sobre o título urbanístico e a registá-la no documento da transmissão. Quanto mais cedo forem identificadas divergências, menor será o risco de atrasos ou perda do comprador.


    Na Imoexpansão, a preparação de uma venda começa pela análise da documentação disponível e pela identificação dos pontos que devem ser esclarecidos antes do CPCV e do negócio definitivo.


    Fontes oficiais
    ● Decreto-Lei n.º 108/2026, de 29 de Maio;
    ● Decreto-Lei n.º 10/2024, de 8 de Janeiro;
    ● Serviços On-line do Município da Figueira da Foz.

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    Tendências de decoração para a cozinha: o que evitar em 2026 para criar um espaço moderno e intemporal

    A cozinha deixou há muito de ser apenas um espaço para preparar refeições. Atualmente, é um dos locais mais utilizados da casa, onde se cozinha, se convive e se partilham momentos em família. Por isso, quando chega a altura de remodelar ou decorar esta divisão, vale a pena pensar para além das tendências passageiras.

    Se está a renovar uma cozinha ou pretende valorizar o seu imóvel antes de o colocar no mercado, existem algumas escolhas que podem envelhecer rapidamente e outras que continuam a revelar-se seguras, funcionais e esteticamente apelativas.

    Quer se trate de uma moradia junto à costa ou de um apartamento em zona urbana, estas são algumas tendências que deverá ponderar antes de investir.

    1. Evite escolher materiais apenas porque estão na moda

    Durante vários anos, algumas tendências dominaram o design de cozinhas e desapareceram tão rapidamente como surgiram. Hoje, o foco está na durabilidade e na versatilidade.

    Em vez de escolher materiais apenas porque são tendência, opte por soluções que mantenham a sua beleza ao longo do tempo e que sejam fáceis de manter.

    2. O granito já não está ultrapassado

    Durante algum tempo acreditou-se que as bancadas de granito tinham perdido o seu lugar para o mármore ou para outros materiais mais modernos. No entanto, essa realidade mudou.

    Atualmente, o granito voltou a ganhar destaque, sobretudo em acabamentos mais discretos e naturais. Continua a ser uma excelente opção pela sua resistência, durabilidade e facilidade de manutenção.

    Além do granito, os materiais mais procurados incluem:

    • Quartzo compacto;
    • Porcelânico de grande formato;
    • Mármore (com maior necessidade de manutenção);
    • Madeira tratada, utilizada em zonas específicas da cozinha.

    A escolha deverá depender do estilo pretendido e da utilização diária da cozinha.

    3. Armários muito ornamentados estão a perder protagonismo

    Frentes com muitos relevos, molduras pesadas, puxadores muito trabalhados ou acabamentos excessivamente decorativos podem fazer com que a cozinha pareça mais antiga.

    As tendências atuais privilegiam:

    • linhas simples;
    • acabamentos mate;
    • puxadores discretos ou sistemas sem puxadores;
    • madeira natural ou lacados em tons suaves.

    O objetivo é criar um espaço elegante, funcional e fácil de adaptar a futuras alterações na decoração

    .4. As cozinhas totalmente abertas também têm inconvenientes

    Durante vários anos, as prateleiras abertas tornaram-se uma forte tendência. Embora possam conferir leveza ao espaço, exigem organização constante e acumulam mais pó e gordura.

    Por isso, muitas cozinhas atuais optam por um equilíbrio entre estética e funcionalidade, combinando alguns elementos decorativos em prateleiras abertas com armários fechados que garantem maior capacidade de arrumação.

    5. A iluminação merece mais atenção

    Uma única luz no teto já não responde às necessidades de uma cozinha moderna.

    Hoje privilegia-se uma iluminação em várias camadas, combinando:

    • iluminação geral;
    • luz direcionada para as bancadas de trabalho;
    • iluminação decorativa sobre ilhas ou zonas de refeições.

    Esta solução torna a cozinha mais confortável, funcional e visualmente acolhedora.

    6. Evite cores demasiado marcantes se procura uma solução duradoura

    Cores muito intensas podem ser apelativas no momento da remodelação, mas tendem a cansar mais rapidamente.

    Os tons naturais continuam a dominar as tendências de 2026, como:

    • branco quente;
    • bege;
    • areia;
    • cinza suave;
    • verde-azeitona;
    • tons terra;
    • madeira natural.

    Estas cores adaptam-se facilmente a diferentes estilos de decoração e ajudam a manter a cozinha atual durante muitos anos.

    7. A cozinha deve integrar-se com o restante da casa

    Uma cozinha muito diferente do estilo do restante imóvel pode transmitir falta de coerência.

    Nas habitações atuais, especialmente em espaços em open space, existe uma maior preocupação em criar continuidade entre cozinha, sala e zona de refeições.

    Escolher materiais, cores e acabamentos que dialoguem entre si contribui para um ambiente mais harmonioso e valorizado.

    Cozinhas intemporais valorizam o imóvel

    Independentemente das tendências do momento, uma cozinha bem planeada continua a ser um dos elementos que mais influencia a valorização de uma casa.

    Optar por materiais resistentes, soluções de arrumação inteligentes, boa iluminação e um design equilibrado permite criar um espaço funcional, confortável e preparado para responder às necessidades do dia a dia.

    Se está a pensar remodelar a sua cozinha ou preparar um imóvel para venda, lembre-se de que as melhores escolhas são, muitas vezes, aquelas que conseguem manter-se atuais ao longo do tempo. Apostar na qualidade, na funcionalidade e num estilo intemporal será sempre um investimento com retorno.

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    Vai doar uma casa? Proteja-se com a declaração de usufruto

    Imagine que pretende doar a sua casa a um familiar, mas deseja continuar a viver nessa habitação enquanto for vivo, salvaguardando o seu direito a residir na mesma – é para isto que serve uma declaração de usufruto. Descubra, neste artigo, tudo o que precisa de saber sobre a doação com reserva de usufruto e como proceder.

    Em que consiste a declaração de usufruto?
    Mais não é do que um documento que visa proteger uma pessoa que pretende transferir a propriedade de um bem que é seu para outra pessoa, mas que deseja continuar a usufruir do mesmo enquanto for viva.

    É muito comum fazer-se uma declaração deste género quando os pais decidem doar uma casa a um filho, por exemplo. Neste caso específico, o proprietário da habitação passaria a ser o filho, mas os pais reservar-se-iam o direito de habitar a casa e desta disporem enquanto fossem vivos.

    Quais os direitos e deveres do usufrutuário de um imóvel?
    A pessoa sobre quem recai o usufruto passa a designar-se por “usufrutuário”. No fundo, este tem o direito de administrar o bem sobre o qual detém o usufruto como se fosse o seu real proprietário.

    No entanto, também há deveres: o usufrutuário deve zelar pela conservação do bem e não alterar a sua essência. Por conseguinte, é ao usufrutuário que cabe pagar algumas reparações ordinárias, bem como assegurar as respetivas despesas administrativas, tal como o pagamento do IMI.

    Se o imóvel necessitar de obras de melhoramento, estas são responsabilidade do nu-proprietário, ou seja, quem detém a extraordinária, sendo que o direito ao usufruto permanece inalterado nesta situação.

    É de salientar ainda que, em caso de falecimento do usufrutuário, os herdeiros deste não têm quaisquer direitos sobre a casa, pois o usufrutuário renunciou à sua propriedade ao doar o imóvel – isto significa que não é possível herdar o usufruto.

    Durante quanto tempo pode durar o usufruto e onde fazer?
    O usufruto realizado a favor de um particular pode ter uma duração determinada no contrato ou até ser vitalício. Para qualquer uma das opções é limitado pelo período de vida do usufrutuário, sendo que este direito não é transmissível após a morte.

    Quando é constituído a favor de uma pessoa coletiva, seja de direito público ou privado, tem uma duração máxima de trinta anos. Pode tratar-se da reserva de usufruto num Cartório Notarial.

    Venda de imóvel com usufruto vitalício: é possível?
    Imagine que quer vender a sua habitação (ao invés de doá-la), mas continuar a residir na mesma. Neste caso, mediante aceitação do comprador, pode fazê-lo igualmente através de uma declaração de usufruto.

    Suponha que se encontra com dificuldades económicas e, consequentemente, precisa de vender a sua casa urgentemente. Ao fazê-lo com reserva de usufruto, acaba por aliviar o seu orçamento, mas garante que pode continuar a viver nessa mesma habitação.

    Porém, pode não ser muito fácil encontrar um comprador que aceite este tipo de condições e que esteja disposto a esperar até poder efetivamente habitar a casa.

    O que acontece se o proprietário quiser vender a casa?
    Neste caso, muda o proprietário, mas a reserva de usufruto sobre o imóvel mantém-se.

    Existe lugar à extinção do usufruto?

    De acordo com o nº 1 do artigo 1476.º do Código Civil, há um conjunto de situações que fazem com que o usufruto deixe de existir, nomeadamente:

    Se o usufrutuário falecer;
    Se o usufruto tiver uma data de término estabelecida e tiver chegado ao fim;
    Se o usufrutuário não usufruir do bem durante 20 anos, qualquer que seja o motivo;
    Se o bem alvo do usufruto desaparecer (no caso dos imóveis, se se registar uma perda total da casa);
    Se o usufrutuário decidir renunciar ao direito de usufruto sobre o bem.

    Ainda consoante o nº 2 do artigo supracitado, o usufrutuário não precisa de aceitação por parte do proprietário para renunciar a este seu direito.

    Portanto, concluindo, o usufruto acaba por ser sempre algo temporário, visto que não produz quaisquer efeitos para além da vida do usufrutuário, e pode ser uma boa forma de doar/vender os seus bens em vida, garantindo que continua a dispor dos mesmos, não tendo riscos para nenhuma das partes.

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